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Seleção Brasileira

Tite queria Cleber Xavier como coordenador da Seleção

17 jul 2019
12h05
atualizado às 12h06
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Antes de a direção da CBF definir Juninho Paulista como novo coordenador da Seleção Brasileira, o técnico Tite ensaiou uma indicação que não se concretizou: a do seu auxiliar Cleber Xavier. Diante da rapidez com o que a confederação anunciou o nome de Juninho, um dia após a conquista da Copa América, o treinador nem sequer teve tempo de apresentar sua sugestão à cúpula da entidade.

O técnico Tite, do Brasil, durante o treino da equipe realizado na Arena Corintians, em Itaquera, zona leste da capital paulista, nesta sexta-feira (21). O time se prepara para enfrentar o Peru, em partida válida pela ultima rodada do grupo A, na fase de grupos da Copa América 2019
O técnico Tite, do Brasil, durante o treino da equipe realizado na Arena Corintians, em Itaquera, zona leste da capital paulista, nesta sexta-feira (21). O time se prepara para enfrentar o Peru, em partida válida pela ultima rodada do grupo A, na fase de grupos da Copa América 2019
Foto: ESDRAS MARTINS/O FOTOGRÁFICO / Estadão Conteúdo

Tite vinha trabalhando internamente para que Cleber, em quem deposita inteira confiança, substituísse Edu Gaspar, contratado pelo Arsenal, da Inglaterra, e que se desligou da Seleção no dia da decisão da Copa América (7 de julho).

Nas últimas entrevistas ao longo da competição e, notadamente, no pós-jogo em que o Brasil venceu o Peru por 3 a 1, no Maracanã, e foi campeão, Cleber dividiu a bancada de entrevistas oficiais com Tite. Edu Gaspar, por hierarquia, é quem deveria ocupar aquele espaço.

Cleber Xavier é auxiliar de Tite há quase 20 anos, desde o início da carreira do técnico, no Grêmio. Bem articulado e atencioso, Cleber teve seu trabalho reconhecido pela imprensa em seus três anos de Seleção, até o momento.

Se a CBF desse aval à ideia de Tite, o filho do treinador, Matheus Bachi, teria uma nova ascensão na comissão técnica. Passaria a ser o principal auxiliar de Tite, função que hoje cabe a Cleber Xavier. Matheus era o terceiro assistente do treinador. Galgou um degrau com a saída de Sylvinho, que, em maio, deixou a Seleção para ser técnico do Lyon, na França.

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Fonte: Silvio Alves Barsetti
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