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Ancelotti tem quebra-cabeça no meio-campo e Brasil busca solução após lesão de Paquetá

Carlo Ancelotti terá de reorganizar a Seleção Brasileira para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 após a lesão de Lucas Paquetá.

1 jul 2026 - 22h52
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Foto: Wagner Meier/Getty Images / Esporte News Mundo

Carlo Ancelotti terá poucos dias para resolver o principal dilema da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo de 2026. Após a vitória sobre o Japão, que garantiu a classificação às oitavas de final, o treinador perdeu Lucas Paquetá por lesão na coxa esquerda e precisa definir um substituto para o confronto contra a Noruega, no próximo domingo (05/07), em Nova Jersey.

Paquetá tem lesão confirmada
Paquetá tem lesão confirmada
Foto: Alex Slitz/Getty Images / Esporte News Mundo

Segundo informações do ge, a Seleção teve pouco mais de 24 horas de descanso após o desgaste da partida em Houston e da viagem, antes de se reapresentar no fim da tarde desta quarta-feira (01/07/2026). A comissão técnica terá três sessões de treinos no CT de Columbus Park para testar alternativas e definir a formação titular.

De acordo com o ge, Ancelotti chega pela primeira vez a uma situação em que precisará alterar uma base recém-estabilizada. Após repetir uma escalação, o treinador viu o plano ser interrompido pela lesão de Paquetá ainda durante a partida, forçando mudanças na estrutura tática da equipe para o mata-mata.

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira
Foto: Wagner Meier/Getty Images / Esporte News Mundo

O leque de opções é amplo e inclui diferentes perfis e modelos de jogo. A alternativa mais direta, segundo avaliação da comissão técnica, é Danilo Santos, que surge como favorito para manter o desenho tático utilizado nas últimas partidas. O volante atua na mesma faixa de campo de Paquetá e já foi testado anteriormente ao lado de Bruno Guimarães.

Outra possibilidade, ainda conforme o ge, é a entrada de Fabinho ou Ederson, o que deixaria o meio-campo mais físico e protegido ao lado de Casemiro. Nesse cenário, Bruno Guimarães teria maior responsabilidade na criação das jogadas.

Há ainda a opção testada no segundo tempo contra o Japão: a entrada de Endrick, com Matheus Cunha recuando para a articulação, formando um esquema mais móvel e agressivo. Apesar do desempenho elogiado internamente, essa formação é vista como improvável para começar a partida.

Gabriel Martinelli também aparece como alternativa para um modelo mais ofensivo. O atacante poderia atuar centralizado ou aberto pela esquerda, permitindo uma mudança para um 4-2-4 de alta intensidade — sistema semelhante ao utilizado em jogos anteriores do ciclo.

Por fim, Neymar surge como opção mais criativa para a função de meia, mas, segundo o ge, é considerado pouco provável que inicie a partida. A comissão técnica entende que o camisa 10 ainda não tem condições físicas ideais para suportar um jogo completo de mata-mata e trabalha com a possibilidade de utilizá-lo ao longo da partida.

Neymar Jr
Neymar Jr
Foto: Megan Briggs/Getty Images / Esporte News Mundo

Com isso, Ancelotti terá até sábado para definir o novo desenho do meio-campo brasileiro. O duelo contra a Noruega, liderada por Erling Haaland, acontece no domingo (05/07), às 17h (de Brasília), em Nova Jersey, valendo vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.

Esporte News Mundo
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