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Giannis, Trae e Davis agitam mercado da NBA

Com o deadline de trocas em 5 de fevereiro, Bucks, Hawks e Mavericks viram o centro dos rumores

7 jan 2026 - 14h46
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NBA prevê movimentações até o fim da janela de trocas em fevereiro
NBA prevê movimentações até o fim da janela de trocas em fevereiro
Foto: iStock

Nas próximas semanas, a NBA entra no período de maior movimentação fora das quadras: o mercado fecha em 5 de fevereiro, às 17h (horário de Brasília), e coloca algumas das principais estrelas no centro dos rumores.  

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O nome mais chamativo é o de Giannis. O ala‑pivô mantém estatísticas de candidato a MVP, com média próxima de 29 pontos, 10 rebotes e 6 assistências, além de forte eficiência nos arremessos de quadra. Dirigentes e olheiros, porém, consideram improvável uma negociação imediata: a tendência apontada é de que qualquer movimento mais radical, como um pedido formal de troca, só ocorra após a temporada, quando o jogador teria mais margem para influenciar o próprio futuro contratual.  

Em Milwaukee, o discurso predominante é de manutenção de um elenco competitivo ao redor de Antetokounmpo, não de reconstrução. Relatos recentes indicam que o Bucks vem testando o mercado por reforços pontuais, tentando ajustar o elenco para um Leste considerado mais equilibrado e apostando no impacto de um Giannis saudável em uma eventual campanha de playoffs. Propostas mais agressivas por parte de outras franquias esbarram justamente nessa postura de cautela.  

No Atlanta Hawks, o quadro é mais aberto em relação a Trae Young. O armador, que concentra alto volume de arremessos e organização ofensiva, convive com questionamentos sobre seu impacto defensivo e a dificuldade de encaixe em determinados contextos táticos. Análises sobre o time indicam que o Hawks avalia desde trocas por ativos de Draft até a possibilidade de trazer outro jogador de peso em um pacote envolvendo Young.  

As discussões em torno de Trae passam por equipes que combinam necessidade esportiva imediata e capital de Draft. Em cenários simulados, aparecem trocas envolvendo múltiplas franquias, em que o armador assumiria o papel de “face of the franchise” — expressão usada para o principal nome, em torno do qual a identidade do time é construída. Ao mesmo tempo, há quem veja o Hawks utilizando o jogador como peça para subir posições no Draft de 2026, considerado um dos mais interessantes dos últimos anos em termos de talento disponível.  

No Oeste, Anthony Davis surge como outro protagonista potencial. Depois de temporadas marcadas por oscilações físicas, o pivô voltou a apresentar desempenho de nível de estrela, mas convive com dúvidas sobre qual seria a melhor janela de título possível dentro do projeto atual. Textos recentes descrevem movimentos de bastidores em que franquias como o Dallas Mavericks estudam um “reset de médio prazo”: trocar uma estrela consolidada por escolhas futuras e flexibilidade salarial, pensando na construção de elenco para além de 2026.  

Para as franquias envolvidas, cada decisão tomada até o deadline pode determinar o rumo dos próximos anos: o Bucks tenta manter seu astro satisfecho e competitivo, o Hawks pondera se vale insistir em um projeto centrado em um armador de alto volume e o Mavericks avalia o melhor momento para transformar uma estrela em ativos de longo prazo. 

Na outra ponta, o torcedor acompanha um início de 2026 dominado por cenários hipotéticos, em que a linha entre uma grande troca e a manutenção do status atual continua, por enquanto, bastante tênue. 

*Este conteúdo foi produzido com apoio de inteligência artificial e revisão humana.

Fonte: Portal Terra
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