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Em biografia, Michael Jordan diz que se considerava racista

7 mai 2014 - 11h14
(atualizado às 14h57)
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A lenda do basquete mundial, Michael Jordan, confessou em sua biografia "Michael Jordan: The Life", que se considerava racista quando jovem. O ex-jogador disse também que, à época, "era contra todas as pessoas brancas".

No livro, Jordan explica que a Ku Klux Klan (seita que pregava supremacia branca nos Estados Unidos) era dominante em sua terra natal, a Carolina do Norte. Pela universidade local, Michael se destacou como um dos melhores de sua época, tendo apenas um companheiro afro-americano na equipe.

Em 1977, o ex-jogador diz ter sido chamado de "nigger" (palavra americana perjorativa para se referir aos negros) por uma colega de classe. Irritado, jogou refrigerante na garota. "Eu estava me rebelando. Eu me considerava racista à época. Basicamente eu era contra todas as pessoas brancas", comentou.

Jordan foi suspenso do colégio após o incidente e sua mãe o convenceu de que ele não conseguiria ter sucesso na vida caso seguisse alimentando o seu ódio racial. No mês passado, após o caso de racismo do dono do Los Angeles Clippers, Jordan foi um dos primeiros a se manifestar.

"Como dono de uma equipe, estou enojado que um colega possua visões tão ofensivas e doentias. Como um ex-jogador, estou horrorizado em ver que esse tipo de ignorância ainda exista em nosso país e nos maiores níveis de nosso esporte. Em uma liga em que a maioria dos jogadores é afro-americano, não podemos e não devemos tolerar discriminação em qualquer nível", afirmou à época.

Fonte: Lancepress! Lancepress!
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