As relações entre Coreia do Sul e Coreia do Norte estão muito conturbadas, em um clima que tem ficado cada vez mais tenso e vem chamando a atenção de todo o mundo para uma possível guerra. A possibilidade do conflito também preocupa a Fórmula 1, que tem uma corrida agendada para o dia 6 de outubro, no circuito de Yeongam, no território sul-coreano.
Mensagens veiculadas por autoridades norte-coreanas alerta para que estrangeiros deixem o território vizinho e que a situação na península está avançando para um início de uma guerra.
Enquanto a Coreia do Norte já transportou mísseis para áreas estratégicas do país, o Japão também posicionou armamentos no centro de Tóquio para se defender de possíveis ataques. Alguns analistas afirmam que, embora exista uma grande tensão, a possibilidade de haver guerra é baixa.
O Grande Prêmio no território sul-coreano será o 14º da temporada e antecede a prova do Japão, o que também coloca em dúvida a sua realização já que se trata de outra área que pode ser afetada pela guerra. Os japoneses também sofreram ameaças da Coréia do Norte nesta quarta-feira.
O piloto alemão Sebastian Vettel teve uma experiência na cozinha nesta quarta-feira, em Xangai. O representante da Red Bull tomou uma aula com a chefe local Tzu-i Chuang Mullinax, no restaurante Yongfoo Elite Chinese. O evento ocorreu como promoção do Grande Prêmio da China
Foto: EFE
Teceira prova da temporada, o GP da China ocorre neste domingo em Xangai
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Vettel chega à China como o líder do Mundial de Pilotos com 40 pontos, contra 31 do finlandês Kimi Raikkonen, da Lotus
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O alemão venceu a última etapa da F1, na Malásia, de forma polêmica: ignorou as ordens da Red Bull e atacou o companheiro de equipe, o australiano Mark Webber
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Segundo comunicado do único partido norte-coreano publicado no jornal Rodong Sinmundo, o Japão sofrerá severas consequência se agir contra o regime.
"O Japão está perto do nosso território e, portanto, não poderá fugir dos nossos ataques. Se houver um ato de guerra, todo o território do arquipélago japonês se transformará em um campo de batalha. O Exército da Coreia do Norte é absolutamente capaz de fazer saltar pelos ares as bases militares não só no Japão como em outras áreas da região Ásia-Pacífico", afirma o editorial publicado.
Bombas de fumaça explodem próximo a tanque sul-coreano durante exercício militar de preparação para um possível confronto com a Coreia do Norte nas proximidades da zona desmilitarizada de fronteira em Hwacheon. A presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, ordenou nesta segunda-feira ao Exército de seu país "responder com força", sem levar em conta "considerações políticas", no caso de um ataque da Coreia do Norte, que protagoniza estes dias uma intensa campanha de ameaças
Foto: AP
Tanques sul-coreanos participam de exercício militar nas proximidades da zona desmilitarizada de Hwacheon
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Tanques sul-coreanos participam de exercício militar nas proximidades da zona desmilitarizada de Hwacheon
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Tanques sul-coreanos participam de exercício militar nas proximidades da zona desmilitarizada de Hwacheon
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Fuzileiros navais sul-coreanos preparam tendas durante o exercício militar
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Tanques sul-coreanos participam de exercício militar nas proximidades da zona desmilitarizada de Hwacheon
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Tanques sul-coreanos participam de exercício militar nas proximidades da zona desmilitarizada de Hwacheon
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Tanques sul-coreanos participam de exercício militar nas proximidades da zona desmilitarizada de Hwacheon