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Fórmula 1

F1: Pérez vê Cadillac perto do pelotão intermediário e aposta em Miami

Piloto mexicano destaca evolução da equipe estreante e foca em ganhar pressão aerodinâmica com o novo pacote para Miami

16 abr 2026 - 14h49
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Foto: Cadillac F1 / Reprodução

Em sua temporada de estreia na Fórmula 1, a Cadillac tem mantido os pés no chão, mas Sergio Pérez garante que a equipe não está muito distante do pelotão intermediário. O piloto mexicano destacou que o time, que precisou ser construído do zero de forma simultânea ao desenvolvimento do carro para o novo regulamento de 2026, espera reduzir a diferença de desempenho em relação aos adversários com uma grande atualização programada para o Grande Prêmio de Miami, etapa que ele considera o maior teste da escuderia até agora.

Apesar de a Cadillac ter minimizado as expectativas antes do início do campeonato, o carro tem se mostrado amplamente confiável, o que permitiu à equipe se posicionar à frente da Aston Martin no mundial de construtores logo no início da temporada. Pérez relatou que, ao disputar posições na pista diretamente com carros da Williams e da Alpine, percebeu que a diferença de ritmo é recuperável. O piloto frisou que essas equipes conseguem extrair velocidade de maneira mais constante e estimou que a Cadillac precisa de cerca de um segundo para entrar definitivamente na briga direta por mais posições.

Para o veterano, a curva de aprendizado e o progresso da equipe a cada corrida são evidentes. Ele usou a etapa em Suzuka como exemplo de um fim de semana em que a operação finalmente ocorreu de forma limpa e direta, enfrentando apenas alguns problemas na liberação de energia durante a sessão de classificação. É justamente esse cenário de estabilidade operacional que dá a Pérez a confiança de que o time está pronto para dar o próximo passo e se consolidar no meio do grid da categoria.

O caminho para alcançar esse patamar já está mapeado pelos engenheiros. Após analisar as informações coletadas nas três primeiras corridas do ano, Pérez apontou que a principal deficiência do carro atual não é o equilíbrio, que ele considera positivo, mas sim a falta de carga aerodinâmica. Além da busca por mais downforce que deve chegar com o pacote de atualizações na Flórida, o mexicano enxerga muito potencial a ser extraído da unidade de potência fornecida pela Ferrari. Ao observar as demais escuderias, ele notou que há espaço para aprimorar a forma como a Cadillac gerencia e libera a energia elétrica durante as voltas, o que será outro grande foco de desenvolvimento nas próximas semanas.

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