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Fórmula 1

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F1: Hamilton prevê longa espera por motor da Ferrari no nível da Mercedes

Britânico afirma que evolução da unidade de potência depende de um longo processo de desenvolvimento, apesar das atualizações recentes.

15 jul 2026 - 07h13
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Foto: Reprodução / Scuderia Ferrari F1

Mesmo após introduzir uma nova unidade de potência no GP da Áustria, Lewis Hamilton acredita que a Ferrari ainda precisará de meses para reduzir a diferença em relação aos motores da Mercedes e da Red Bull.

A equipe mostrou evolução nas últimas corridas e superou as expectativas em Silverstone, onde Charles Leclerc venceu a prova após Hamilton conquistar a pole da Sprint. Apesar disso, o SF-26 ainda sofre com a falta de velocidade nas retas.

Segundo Hamilton, o principal desafio está na unidade de potência, que utiliza um turbocompressor menor que o dos rivais. A configuração garante boa entrega de potência na saída das curvas, mas compromete o desempenho nas longas retas.

"O piloto não pode fazer muita coisa quando o assunto é o motor. Esse trabalho depende da equipe na fábrica, que precisa encontrar soluções para extrair mais desempenho."

O heptacampeão destacou que os pilotos relatam constantemente problemas de dirigibilidade, trocas de marcha e entrega de potência para auxiliar o desenvolvimento, mas ressaltou que qualquer evolução exige tempo.

"Às vezes parece que falta energia da bateria no fim das retas quando comparamos os dados com Mercedes e Red Bull. Conversamos sobre isso, mas é preciso entender que projetar mudanças, garantir confiabilidade e colocá-las em prática leva meses."

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