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Fórmula 1

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F1: Hamilton cobra respostas da Ferrari após alerta no GP da Áustria

Britânico aponta perda de desempenho nas retas, cita diferença para Mercedes e pede investigação sobre gestão de energia.

30 jun 2026 - 10h10
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Ferrari durante o Grande Prêmio da Áustria
Ferrari durante o Grande Prêmio da Áustria
Foto: Reprodução / Scuderia Ferrari

Lewis Hamilton pediu que a Ferrari investigue uma possível falha no gerenciamento de energia do SF-26 após o GP da Áustria, disputado no último domingo.

O heptacampeão afirmou ter identificado uma diferença importante no comportamento da Ferrari em comparação com a Mercedes, especialmente nas retas. Segundo Hamilton, enquanto o carro da equipe alemã mantém a entrega de potência por mais tempo, a Ferrari perde rendimento ao longo da aceleração.

“Na sexta-feira, estávamos seis décimos atrás apenas em velocidade de reta. Preciso analisar exatamente o que aconteceu hoje, mas tenho certeza de que não foi algo pequeno”, afirmou.

Hamilton destacou que o problema não parece estar necessariamente ligado à potência bruta do motor, mas sim à forma como a energia é entregue durante a volta.

“Quando você está correndo contra eles, parece muito mais uma questão de deployment do que de potência pura. Na saída das curvas, sentimos que temos força, mas no fim da reta isso desaparece.”

O britânico também citou a Mercedes como referência neste aspecto.

“O nosso desempenho cai, enquanto especialmente a Mercedes continua acelerando. Precisamos entender por quê e como podemos melhorar isso.”

A análise ganhou ainda mais peso após um comentário de Kimi Antonelli, que relatou diferenças incomuns de velocidade durante a corrida.

O piloto da Mercedes afirmou que quase acertou o carro de Charles Leclerc na Curva 1 por conta da grande diferença de ritmo.

“Eles estavam em uma posição muito estranha. Quase bati no Leclerc na Curva 1 na segunda volta. A diferença de velocidade era enorme.”

Hamilton, porém, reconheceu que a solução não deve vir de forma imediata.

“Vamos precisar pressionar muito para entender quando conseguiremos a próxima evolução nessa área. Mas isso não vai acontecer tão cedo”, concluiu.

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