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F1: FIA altera regra de parque fechado e permitirá ajustes em caso de chuva

Nova regra permite ajustes limitados no acerto dos carros se houver alerta de chuva antes da classificação ou Sprint

2 mar 2026 - 21h47
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GP com chuva no Canadá
GP com chuva no Canadá
Foto: Divulgação / F1

A Fórmula 1 segue ajustando o regulamento para 2026 e, entre elas, uma das mais sensatas dos últimos anos. A FIA aprovou uma alteração no regulamento que flexibiliza parcialmente o regime de Parque Fechado, onde hoje não se pode mexer no carro entre o fim da classificação e a corrida. Agora, quando houver risco elevado de chuva entre a classificação e a corrida, o diretor de provas pode acionar um modo chamado “Risco de chuva”, permitindo a alteração das configurações do carro. 

Pela nova norma, o diretor de prova poderá declarar oficialmente o chamado Rain Hazard até duas horas antes da Sprint Qualifying ou da classificação do Grande Prêmio. Essa decisão será baseada nos boletins da Meteo France, serviço meteorológico utilizado pela FIA. Caso a previsão indique probabilidade de chuva superior a 40% em qualquer momento da sessão ou da corrida, o alerta poderá ser acionado.

Com o Rain Hazard declarado, as equipes passam a ter autorização para realizar ajustes limitados no acerto dos carros, adaptando monopostos preparados para pista seca a possíveis condições de chuva, mas sem o risco de serem penalizados e precisarem largar dos boxes. 

Até então, qualquer intervenção no carro entre a sessão classificatória e a corrida só era permitida mediante a saída do pit-lane. Em cenários de clima instável, isso obrigava as equipes a apostar cegamente nas previsões, muitas vezes sacrificando desempenho ou posição no grid.

A regra do Parque Fechado foi implementada desta maneira a partir de 2003, para impedir a construção de “carros de classificação”, com soluções extremas voltadas exclusivamente para a volta rápida. A prática era comum no passado, inclusive com motores projetados para durar apenas cerca de 300 km, antes de ser banida pelo aumento de custos.

A expectativa é que a nova regra reduza distorções estratégicas causadas por previsões climáticas incertas, tornando o esporte mais “justo”, contribuindo também para o espetáculo nas pistas.

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