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Da Costa lamenta "falta de confiança" em carro da DS Techeetah: "Fico vulnerável"

Penúltimo em Roma, António Félix da Costa teve corrida para esquecer com a DS Techeetah, admitiu ter cometido erros e disse que não consegue sentir confiança no carro

12 abr 2022 - 12h07
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António Félix da Costa não saiu feliz após terminar corrida 2 de Roma em penúltimo
António Félix da Costa não saiu feliz após terminar corrida 2 de Roma em penúltimo
Foto: Fórmula E / Grande Prêmio

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A DS Techeetah viveu dois mundos opostos na corrida 2 do eP de Roma, disputada no último domingo (10). Enquanto Jean-Èric Vergne conseguiu uma excelente classificação ao largar na pole e concluiu a corrida em segundo — atrás apenas do imparável Mitch Evans, que venceu as duas do final de semana — para assumir a liderança do campeonato, António Félix da Costa se encontrou no extremo oposto e foi o 14º, penúltimo entre os que concluíram a disputa.

O português, que terminou à frente apenas de Nyck De Vries — punido em 5s por incidente com Sérgio Sette Câmara —, lamentou o desconforto sentido no carro da equipe chinesa. Para Da Costa, a dificuldade com a frenagem no carro tem impedido que ele se coloque em posições favoráveis nas corridas — e não apenas em Roma.

"Sinceramente, nesse final de semana não me senti confortável com algumas coisas no carro, principalmente a frenagem", admitiu Da Costa. "Na classificação até conseguimos arriscar algumas voltas rápidas, mas em corrida tem sido muito complicado ser constante e evitar erros, por isso é difícil", lamentou.

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Da Costa até conseguiu bons tempos na classificação, mas deixou a desejar em ritmo de corrida (Foto: FIA Fórmula E)

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Lutando contra o carro, o português admitiu que isso o levou a cometer alguns erros que costuma ter. Da Costa argumentou que o desconforto causa falta de confiança, o que aumenta o grau de dificuldade nas ultrapassagens. Assim, o piloto acaba ficando vulnerável a ataques dos demais concorrentes.

"Cometi vários erros sozinho, o que não é nada meu estilo", reconheceu o português. "E obviamente, não ter confiança para atacar me deixa em uma posição muito vulnerável. Por isso, o trabalho de casa a fazer agora com a equipe é estudar, tentar perceber onde está o problema e ver como podemos resolver para voltarmos fortes em Mônaco", encerrou.

A Fórmula E retorna ainda neste mês para a próxima etapa, o eP de Mônaco — em corrida única —, programado para acontecer no dia 30 de abril.

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