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Atletismo

Um ano após matar namorada, Pistorius se diz consumido pela dor

14 fev 2014 - 01h00
(atualizado às 01h21)
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<p>Sul-africano é acusado de matar a namorada Reeva Steenkamp</p>
Sul-africano é acusado de matar a namorada Reeva Steenkamp
Foto: Getty Images

O atleta paralímpico Oscar Pistorius rompeu nesta sexta-feira um silêncio de um ano sobre o episódio que terminou com a morte de sua namorada, Reeva Steenkamp, em fevereiro do ano passado. O sul-africano se disse consumido pela dor por conta do “trágico acidente”.

Em seu site oficial, Pistorius afirmou que nenhuma palavra pode capturar adequadamente seus “sentimentos sobre o acidente devastador que causou tanta dor para todos que amavam – e continuam a amar – Reeva”.

O atleta, 27 anos, é acusado do assassinato de sua namorada Reeva Steenkamp, três anos mais velha que ele, cujo corpo foi achado sem vida com vários disparos na madrugada de 14 de fevereiro na casa do corredor, em Pretória.

O esportista confessou que disparou através da porta fechada do banheiro, mas que atuou assim porque achou que um ladrão tinha entrado em seu domicílio. Se for declarado culpado, o atleta enfrentará uma pena de prisão perpétua. Seu julgamento começará no dia 3 de março.

“A dor e a tristeza, especialmente para os pais, família e amigos de Reeva, me consomem com tristeza. A perda de Reeva e o completo trauma daquele dia, eu carregarei comigo pelo resto da minha vida”, escreveu Pistorius.

O atleta também postou um link do seu site em sua conta no Twitter: foi a primeira vez que usou seu perfil na rede social desde o dia 12 de fevereiro de 2013, dois dias antes do incidente em sua casa.

Polícia diz ter todas as provas necessárias para o julgamento

A polícia sul-africana afirma já ter "todas as provas necessárias" para o julgamento de Oscar Pistorius pelo assassinato de sua namorada.

"Todas as provas que necessitamos para levar o caso ao tribunal foram recolhidas", disse na semana passada a subcomissária Tebello Mosikili, que explicou que uma equipe especial - da qual ela faz parte - se ocupou da investigação.

A polícia sul-africana foi duramente criticada pela atuação do primeiro investigador do caso, Hilton Botha, durante a decisão de dar liberdade mediante pagamento de fiança a Pistorius. Então, a defesa desmontou as alegações contra a liberdade sob pagamento de fiança de Pistorius apresentadas por Botha, chamado a se pronunciar pelo promotor.

Botha defendeu que existia risco de Pistorius fugir do país caso obtivesse a liberdade provisória, um argumento que o juiz Desmond Nair desprezou pela falta de elementos apresentados pelo detetive que apontassem nesta direção.

Botha foi substituído por outro investigador depois que se soube que ele é acusado de sete tentativas de assassinato por um antigo fato, no qual, em suposto estado de embriaguez, disparou sete vezes contra um microônibus que transportava passageiros.

O discurso de Botha foi objeto de duros ataques por parte do juiz e da imprensa local e Pistorius obteve sua liberdade pagando uma fiança em 22 de fevereiro por cerca de 80 mil euros.

No último comparecimento judicial de Pistorius, que aconteceu em 19 de agosto, Desmond Nair manteve as condições da liberdade provisória do esportista. A alegação do promotor, de oito páginas, contém uma lista de 107 testemunhas que serão chamados a falar durante o julgamento.

Uma plataforma de televisão por assinatura sul-africana anunciou a criação de um canal dedicado exclusivamente ao julgamento do esportista paralímpico.

Com informações da AFP e EFE

Fonte: Terra
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