Atacante emprestado pelo Athletico é criticado por dirigente uruguaio
Jogador do Furacão tem salário considerado alto, mas só marcou um gol em 12 jogos
Emprestado pelo Athletico ao Peñarol, do Uruguai, o atacante Matheus Babi não vem atravessando um bom momento no time aurinegro. Em 12 partidas disputadas, foi titular apenas duas vezes, com um único gol marcado e não saiu do banco de reservas nos últimos quatro jogos.
Atuações muito abaixo do esperado que renderam críticas do vice-presidente da equipe de Montevideu, Eduardo Zaidensztat, que culpou o técnico Diego Aguirre pela contratação.
"Nesses seis meses, Babi não está dando o resultado esperado. Confiamos no olfato de Diego (Aguirre, técnico do Peñarol, com passagens por times brasileiros, como Internacional, São Paulo e Santos)", afirmou o dirigente, em entrevista à Rádio Sport 890.
Com salário de cerca de 40 mil dólares (R$ 200 mil), alto para o padrão uruguaio, Matheus Babi é cobrado, mas a contratação também cai nas costas da diretoria, por optar custos tão altos a ele, com jovens promessas, como Damián Garcia, correndo riscos de ir embora.
Athletico pagou caro por pouco retorno
Matheus Babi foi anunciado pelo Athletico em abril de 2021. Na época, o Furacão pagou R$ 12 milhões pelo atleta, que, até então, era a maior contratação da história do clube. Atualmente ele ainda é um dos maiores custos, sendo a oitava aquisição mais alta do Rubro-Negro.
Só que pelo Athletico, Babi não conseguiu vingar. No total, são 33 partidas e apenas quatro gols marcados. Em julho de 2021, ele rompeu o ligamento cruzado do joelho direito, ficou nove meses sem jogar e, desde então, já foi emprestado diversas vezes, passando por Santa Clara, de Portugal, e Goiás.
O atacante tem vínculo com o Furacão até o final de 2025. O contrato de empréstimo com o Peñarol vai até o final desta temporada.
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