Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Logo do Seleção Alemã

Seleção Alemã

Favoritar Time

Tetra consagra Alemanha sem protagonista, mas eficiente

13 jul 2014 - 19h24
(atualizado às 20h07)
Compartilhar
Exibir comentários
Mascherano rouba a bola de Klose em partida entre Argentina e Alemanha no Maracanã
Mascherano rouba a bola de Klose em partida entre Argentina e Alemanha no Maracanã
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

A Alemanha campeã em 1954 tinha Fritz Walter e Max Morlock. Em 1974, o bi veio dentro de casa, com ajudas decisivas de Franz Beckenbauer e Gerd Müller. Em 1990, Jurgen Klinsmann e Lothar Matthäus eram os grandes destaques. Em 2014, o tetra foi conquistado por quem? Qual é o grande destaque da seleção alemã de Joachim Löw? Como eleger ou destacar apenas um nome? A dona da taça do Mundial no Brasil tem força coletiva e vários craques.

A campanha em terras brasileiras mostra isso, especialmente a final, que teve atuação inspirada do zagueiro Boateng e do meia Schweinsteiger, mas foi decidida pelo reserva Mario Götze, que entrou no lugar de Klose e fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, já na prorrogação. E mesmo assim, o atacante não teve protagonismo. Sua outra jogada de destaque na partida foi um chute afobado de fora da área, fraco.

Foi assim para os alemães desde o início. Na estreia, Müller foi o destaque absoluto: provocou a expulsão do zagueiro Pepe e marcou três gols no massacre por 4 a 0 sobre Portugal, em Salvador. Na segunda rodada, a Alemanha sofreu para empatar por 2 a 2 com Gana, e só conseguiu com o poder de decisão de um antigo ídolo: Klose, que nessa partida igualou o recorde de 15 gols em Copas, pertencente a Ronaldo – a marca ainda seria quebrado por um tento.

Contra os Estados Unidos, Müller mais uma vez salvou e definiu a vitória por 1 a 0, a classificação e a liderança. Nas oitavas, a sofrida vitória contra a Argélia por 2 a 1 veio com gols de Schürrle e Özil, mas com atuação destacada do goleiro Neuer, que jogou quase como líbero. Nas quartas, o zagueiro Hummels determinou o 1 a 0 sobre a França. Já a semifinal foi um baile: 7 a 1 contra o Brasil e a grande prova da força coletiva da equipe de Löw.

Além dos nomes já citados, ainda há Phillip Lahm, Kroos e Khedira – sem contar nomes não convocados, como o lesionado Marco Reus. Em campo, os alemães têm formação compacta e se movimentam em bloco, sem dar espaço e sem bagunçar as linhas. Mesmo no ataque quase não há improviso. Mas há eficiência, que foi testada pela grande atuação do goleiro Romero no Maracanã. Só Götze conseguiu superá-lo, em uma nova jogada coletiva, para consagrar essa seleção sem protagonistas com o tetracampeonato.

Fonte: Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade