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Comunicação não violenta: o que é e como colocar em prática?

Conheça os princípios básicos da Comunicação Não Violenta, um conceito desenvolvido pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg!

10 ago 2021 18h56
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Olá, Speaker!

Você é capaz de falar sem machucar o outro? E de ouvir sem se ofender?

Esses são os princípios básicos da Comunicação Não Violenta, um conceito desenvolvido pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg e aplicado em todo o mundo.

A Comunicação Não Violenta vem ganhando destaque nos últimos anos. Não por coincidência, isso acontece em um cenário onde a maneira como as pessoas se expressam é julgada e valorizada – especialmente no mercado de trabalho.

Aplicar a Comunicação Não Violenta deve estar entre as preocupações de líderes e pessoas que gerenciam equipes. Para outros profissionais, essa habilidade também é determinante.

Na nossa conversa de hoje, explico o que é a Comunicação Não Violenta e abordo algumas técnicas eficientes para praticá-la no dia a dia. Confira!

Foto: Pix a Bay

Comunicação Não Violenta: o que é?

Marshall Rosenberg, o psicólogo que desenvolveu o conceito de Comunicação Não Violenta a define como uma forma de comunicação “baseada em habilidades que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, ainda que em adversidades”.

A ideia, segundo Rosenberg, é que as pessoas se tornem muito mais conscientes daquilo que dizem, saindo das reações automáticas e repetitivas. De maneira geral, a Comunicação Não Violenta está na empatia ao nos expressarmos.

Talvez seja mais fácil entender o que é a Comunicação Não Violenta observando alguns exemplos do seu oposto, isto é, uma comunicação que é violenta. Veja:

- Estereótipos: criar estereótipos é um tipo violento de se comunicar, que reduz um profissional a uma interpretação subjetiva, geralmente, ruim.

- Apontar culpados: a transferência de culpa é um dos sinais mais evidentes desse tipo de comunicação.

- Imposição: ser impositivo ao solicitar tarefas, por exemplo, é algo que se encaixa na comunicação violenta e, infelizmente, ainda é comum no ambiente corporativo.

- Incapacidade de ouvir: não ouvir o outro é uma forma violenta de se relacionar e que, na maioria das vezes, está acompanhada dos outros sinais que vimos aqui.

Como colocar em prática esse tipo de comunicação?

Ok, você já viu o conceito de Comunicação Não Violenta e alguns exemplos do seu oposto, de uma comunicação violenta. Como, então, colocar em prática uma maneira mais empática de eficiente de se comunicar?

A resposta foi dada pelo próprio criador do termo, o psicólogo Rosenberg. De acordo com ele, são necessários 4 passos:

1. OBSERVAÇÃO: o passo inicial consiste em observar a maneira como você se comunica e a forma como comunicam as pessoas do seu circulo social ou profissional.

2. SENTIMENTO: a segunda etapa é similar à primeira. No entanto, aqui, você vai observar a maneira como se sente e reage a determinadas situações.

3. NECESSIDADES: neste passo, é o momento de avaliar suas necessidades. Do que você precisa em seu ambiente de trabalho, por exemplo.

4. PEDIDO:  no quarto passo, é hora de agir. Você fará os pedidos relativos às necessidades identificadas no passo 3, mas de uma maneira planejada e empática.

Esses 4 passos devem ser aplicados em situações específicas. No dia a dia profissional, por exemplo, essa situação pode ser solicitar uma tarefa a um liderado ou receber um feedback de um líder.

Por que você deve desenvolver a Comunicação Não Violenta?

É pela comunicação que nos relacionamos com as pessoas: seja pessoalmente, de forma escrita, por áudios ou em reuniões virtuais. Para mantermos relacionamentos saudáveis, o cuidado com a maneira como nos expressamos é crucial.

Para entender a importância da Comunicação Não Violenta, basta pensar nas soft skills. Essas são habilidades subjetivas e que, hoje, são as mais requeridas e valorizadas no mercado de trabalho.

Profissionais precisam aprimorar a inteligência emocional e transmitir que têm esse controle sobre suas ações, emoções e reações. Como isso acontece? Pela comunicação.

Em outras palavras, as pessoas são julgadas de acordo com a maneira como se comunicam. Por isso mesmo, estar atento a sinais que indicam uma comunicação violenta é fundamental. Além disso, aprender estratégias mais empáticas e eficientes.

 

Fonte:

https://www.thespeaker.com.br/comunicacao-nao-violenta/

The Speaker
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