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Trump indica crítico a Powell para mandato-tampão no Fed até janeiro após renúncia de diretora

Stephen Miran é o atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca; a saída de Adriana Kugler ocorre nesta sexta-feira, 8

7 ago 2025 - 17h32
(atualizado às 19h50)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quinta-feira, 7, que escolheu o atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos (CEA, na sigla em inglês), Stephen Miran, para ocupar, até 31 de janeiro, o cargo de diretor no Conselho do Federal Reserve (Fed), equivalente ao Banco Central americano.

"Enquanto isso, continuaremos buscando um substituto permanente", escreveu o republicano em sua rede, a Truth Social.

Miran é um crítico declarado da gestão de política monetária conduzida pelo presidente do BC americano, Jerome Powell, que nos últimos meses vem sendo alvo de pressão de Trump, em uma ofensiva que inclui ofensas e ameaças de demissão porque o Fed não reduz os juros básicos da economia dos EUA.

O nome de Miran ainda precisa receber o aval do Senado. Se confirmado, Miran ocupará o posto deixado pela diretora do banco central Adriana Kugler, que anunciou sua renúncia ao cargo na semana passada.

A renúncia dela será efetivada nesta sexta-feira, 8. Trump reforçou que Stephen "está comigo desde o início do segundo mandato, e sua expertise no mundo da economia é incomparável. Fará um trabalho excepcional".

A renúncia de Adriana Kugler foi anunciada na sexta-feira, 1º. Ela ocupava a posição desde 13 de setembro de 2023 e enviou sua carta de demissão a Trump. Segundo o texto oficial, ela retornará ao meio acadêmico, assumindo novamente uma cadeira na Universidade de Georgetown.

Ainda na sexta-feira, Trump citou a renúncia da diretora para pressionar Powell a pedir demissão. Em publicação na Truth Social, Trump repetiu a alcunha de "Atrasado Demais" ("Too Late Powell") para se referir ao presidente do Fed. Só nesta sexta-feira, foram pelo menos seis ocasiões em que o republicano criticou o chefe do banco central americano.

"Ela sabia que ele estava agindo errado em relação às taxas de juros. Ele também deveria renunciar!", escreveu.

Estadão
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