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STOXX 600 sobe após perda da semana anterior; Kering salta

16 jun 2025 - 07h48
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O principal índice acionário da Europa subia nesta segunda-feira, recuperando-se de perdas anteriores, conforme os investidores se livravam do nervosismo decorrente da escalada das tensões no Oriente Médio, enquanto a Kering disparava após relato de que pode contratar um executivo da Renault.

O índice STOXX 600 subia 0,29%, a 546,54 pontos.

A Kering, controladora da Gucci, avançava 10,2%, depois que uma reportagem disse que Luca de Meo poderia se tornar o novo presidente-executivo, tendo anteriormente recuperado a Renault.

As ações da montadora francesa caíam 2,6%. Uma reportagem separada informou que a Nissan planejava reduzir sua participação na Renault.

"Ainda temos ações europeias oscilando em torno de máximas... o mercado acionário tem sido muito positivo em sua avaliação e há muita positividade embutida nas ações europeias no momento", disse Jacob Pederson, chefe de pesquisa de ações do Sydbank.

Por outro lado, as ações do setor de saúde caíam 0,8%, liderando as quedas setoriais, depois de registrarem ganhos nas últimas cinco semanas.

As tensões geopolíticas continuavam a dominar as manchetes, já que o conflito entre Israel e o Irã não mostrava sinais de arrefecimento. Mísseis iranianos atingiram Tel Aviv e a cidade portuária de Haifa, em Israel, nesta segunda-feira, na mais recente série de ataques que começaram na semana passada.

A escalada das tensões fornece aos mercados outro motivo de preocupação, uma vez que eles já estavam lidando com as ramificações das mudanças na política tarifária dos Estados Unidos.

O índice de referência registrou um declínio semanal na sexta-feira, uma vez que as tensões no Oriente Médio aumentaram e uma trégua comercial dos EUA com a China ofereceu pouca clareza sobre como as diferenças comerciais de longa data entre eles poderiam ser resolvidas.

Nesta semana, reuniões de política monetária do Banco da Inglaterra e do Federal Reserve serão observadas para que se tenha uma ideia de como os bancos centrais planejam lidar com a incerteza causada pelas tarifas dos EUA.

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