3 eventos ao vivo

"Se o Brasil fizer besteira afunda de novo", alerta Guedes

"Agora já estamos em plena recuperação, esse crescimento de 3%, 4% pode ser uma estimativa conservadora."

25 nov 2020
18h22
atualizado às 18h26
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que sua projeção de que a economia vai crescer de 3% a 4% no ano que vem pode se mostrar conservadora, mas alertou que, se o país fizer besteira, "afunda de novo".

Ministro da Economia, Paulo Guedes, fala em evento no Palácio do Planalto
19/08/2020
REUTERS/Adriano Machado
Ministro da Economia, Paulo Guedes, fala em evento no Palácio do Planalto 19/08/2020 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

"Grande desafio nosso é transformar essa recuperação cíclica --já é um fato, vai crescer 3%, 4% no ano que vem, está aí, se nós não fizermos besteira. Se fizermos besteira, afunda de novo", afirmou Guedes ao participar, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, de evento presencial com investidores em São Paulo.

"Agora já estamos em plena recuperação, esse crescimento de 3%, 4% pode ser uma estimativa conservadora."

Reforçando que as reformas vão avançar no Congresso, ele frisou que o desafio da classe política hoje é não permitir que a arrancada da economia se perca.

"Precisa de coragem política para fazer o que tem que ser feito. O presidente tem essa coragem, tem demonstrado isso. O Congresso é reformista, então vai acontecer", disse Guedes.

O ministro previu que nas próximas semanas a Câmara aprovará o projeto de autonomia do Banco Central e frisou que a iniciativa é importante para sinalizar que os recentes aumentos de preços na economia --que ele atribuiu ao pagamento do auxílio emergencial-- não vão virar uma "alta permanente de preços que vai desmontar todo esse mecanismo de juro baixo".

Veja também:

Pane elétrica gera incêndio em veículo no São Cristóvão
Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade