Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Premiê do Japão promete resposta ágil a movimentos inesperados do mercado, segundo Nikkei

30 set 2026 - 08h36
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A premiê do Japão, Sanae Takaichi, prometerá responder com agilidade a oscilações inesperadas na economia e nos mercados, segundo o Nikkei. Em meio à apreensão do mercado de títulos devido aos seus ambiciosos planos de gastos e à falta de detalhes sobre o financiamento de cortes tributários e despesas de defesa, o governo busca acalmar investidores ao planejar a emissão de dívida considerando as taxas de juros e com a meta de limitar novos títulos a 40 trilhões de ienes no próximo ano fiscal.

A primeira-ministra do Japão, ‌Sanae Takaichi, prometerá dar uma resposta ágil a quaisquer acontecimentos inesperados na economia e nos mercados financeiros em um discurso na próxima semana, informou o jornal Nikkei nesta quarta-feira.

Em declarações programadas para o primeiro ⁠dia de uma sessão extraordinária do Parlamento, em ‌5 de outubro, Takaichi também explicará que o governo decidirá o volume da emissão anual de ‌títulos de dívida levando em ‌conta a evolução das taxas de juros, informou ⁠o jornal.

"Quando a economia e os mercados apresentarem movimentos inesperados, analisaremos o impacto e responderemos com agilidade", deve dizer Takaichi ao Parlamento, de acordo com uma versão preliminar do discurso analisada pelo Nikkei.

Embora ‌o governo tenha descartado a elaboração de um orçamento ‌suplementar, Takaichi explicará ⁠como reagirá ⁠com agilidade, dependendo das condições econômicas, acrescentou o jornal.

O gabinete da ⁠primeira-ministra não estava ‌disponível para comentar imediatamente.

Os ‌ambiciosos planos de gastos de Takaichi têm sido alvo de críticas dos mercados, com preocupações sobre o agravamento das finanças do Japão levando ⁠o rendimento dos títulos de referência a caminhar para um quinto trimestre consecutivo de aumentos de dois dígitos nesta quarta-feira.

Em entrevista ao jornal Yomiuri no mês passado, Takaichi ‌disse que o governo terá como meta limitar a emissão de novos títulos a 40 trilhões de ⁠ienes (US$255 bilhões) para o orçamento do próximo ano fiscal.

O governo também rebateu as visões do mercado que rotulam suas políticas como "reflacionistas", enfatizando que está ciente da necessidade de manter as contas públicas do Japão em ordem.

No entanto, o fato de o governo não ter apresentado detalhes sobre como financiar um plano para suspender temporariamente uma taxa sobre alimentos, bem como o aumento previsto nos gastos com defesa, tem mantido os mercados de títulos em estado de apreensão.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra