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Portabilidade de carências: a busca por plano de saúde mais barato

Guia ajuda beneficiário a exercer o direito e ajustar as finanças sem perder o benefício

31 mar 2023 - 06h10
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Foto: Adobe Stock

Pesquisas da Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (ANAB) identificou um comportamento comum entre beneficiários de planos de saúde: a maioria considera o benefício bastante valorizado, quem o utiliza tem medo de perder e 47% dos beneficiários precisou ajustar o orçamento para mantê-lo no último ano. 

Não à toa, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou dados sobre o número de consultas ao exercício da portabilidade de carências: foram mais de 300 mil ao longo de 2022, sendo 39% de consumidores interessados num plano de saúde mais barato. 

“Para não perder o acesso ao benefício, uma das alternativas das famílias é exercer a portabilidade de carências, medida que permite a mudança de plano mais em conta, sem perder as coberturas necessárias e sem a necessidade de cumprir novos prazos para utilização dos serviços”, explica Alessandro Acayaba de Toledo, advogado especialista em Direito e Saúde e presidente da ANAB. 

Guia traz todas as informações

Muitos consumidores não sabem muito bem como exercer esse direito. Uma boa forma para se informar é através do Guia de Portabilidade dos Planos de Saúde, da própria ANAB. Trata-se de um material didático e gratuito com todas as informações necessárias para o beneficiário solicitar a mudança e também utilizar a regra para melhor gestão financeira de seu orçamento pessoal ou familiar.

“Ter plano de saúde hoje é um dos maiores desejos de consumo do brasileiro, atrás apenas da casa própria e de educação. Enquanto o número de novos beneficiários cresce, vemos também uma parcela de pessoas que buscam uma solução para manter o plano, especialmente em virtude do preço”, aponta Toledo. 

Atuação das administradoras de benefícios

Procurando auxiliar o consumidor a buscar benefícios mais adequados ao seu perfil e orçamento, as administradoras de benefícios têm criado junto às operadoras produtos para atender quem tem interesse em manter no serviço e reduzir os valores da mensalidade,  com o atendimento de redes médica-hospitalares de alcance regional, com foco em necessidades locais; e por parcerias com operadoras verticalizadas ― que possuem seus próprios locais de atendimento ao paciente. 

“Nos últimos 10 anos, a atuação das administradoras de benefícios gerou uma economia de mais de R$ 7 bilhões. Um valor que representa a diferença entre o reajuste anual pedido pelas operadoras e o efetivamente cobrado dos clientes após a atuação dessas empresas na negociação em prol dos consumidores”, finaliza Toledo.

(*) HOMEWORK inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da COMPASSO, agência de conteúdo e conexão.

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