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Petrobras inicia perfuração exploratória na Margem Equatorial, no Rio Grande do Norte

Estatal prevê investimento de US$ 3,1 bilhões para pesquisa de óleo e gás na região entre 2024 e 2028

23 dez 2023 - 12h00
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A Petrobras informou neste sábado, 23, que iniciou a perfuração do poço de Pitu Oeste, no Rio Grande do Norte, retomando pesquisa da companhia na Margem Equatorial. Segundo Plano Estratégico de 2024 a 2028, a Petrobras prevê investimento de US$ 3,1 bilhões para pesquisa de óleo e gás na região, onde planeja perfurar 16 poços nesse período.

A Margem Equatorial se estende por cerca de 2,2 mil quilômetros ao longo da costa, entre os Estados do Amapá e do Rio Grande do Norte. A exploração de petróleo na Margem Equatorial tem sido foco de divergências dentro do governo Lula, críticas de ambientalistas e atenções da comunidade internacional. O debate em curso no governo é sobre a perfuração da Bacia da Foz do Amazonas no litoral do Amapá. Esta segue vetada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a estatal recorre para reverter a decisão. A Petrobras retoma agora a pesquisa na Margem Equatorial na bacia do Rio Grande do Norte.

A companhia recebeu do Ibama, em outubro deste ano, a licença de operação para a perfuração de dois poços de pesquisa de óleo e gás, em águas profundas na Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira. No âmbito da mesma licença ambiental, a companhia pretende perfurar o poço Anhangá, a 79 km da costa do Estado do Rio Grande do Norte, próximo ao poço Pitu Oeste.

Foz do Amazonas: é possível conciliar a preservação da floresta com a exploração do petróleo?

As decisões sobre este tipo de investimento no Brasil, independentemente da sua localização, deveriam ser pautadas por uma estratégia nacional de transição energética

"A Petrobras pretende contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da região, sem esquecer da importância em fazer parte dos esforços para promover a segurança energética nacional. A Margem Equatorial será um ativo importante até para a sustentabilidade global", declarou Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, segundo comunicado da estatal enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Estadão
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