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Presidente da Caixa: Minha Casa Minha Vida não vai acabar

Em evento do setor de construção, Pedro Guimarães defendeu melhorias operacionais no programa para habitação de baixa renda

17 mai 2019
15h40
atualizado às 16h25
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O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou nesta sexta-feira que não há chance de o Minha Casa Minha Vida (MCMV) ser interrompido, mas defendeu melhorias operacionais no programa para habitação de baixa renda e disse que nada será mudado sem ouvir o setor da construção civil.

Em discurso no 91.º Enic, encontro do setor da construção, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no Rio, Guimarães disse, sem usar o nome adotado nos governos do PT, que o "programa de baixa renda" é foco do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, participa do sorteio do concurso 2.150 da Mega-Sena, realizado no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP)
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, participa do sorteio do concurso 2.150 da Mega-Sena, realizado no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP)
Foto: Bruno Escolastico / Photopress / Estadão

"Não tem nenhuma chance de esse programa ser interrompido. Nada será feito no Minha Casa Minha Vida sem que vocês sejam ouvidos", afirmou Guimarães, dirigindo-se à plateia formada por executivos do setor da construção.

Segundo Guimarães, é preciso "entender melhor" os problemas do MCMV. Ainda assim, o executivo citou o alto número de imóveis devolvidos como um problema e disse que "a questão toda é como dar o subsídio e como se precifica isso". " A análise de risco tem que melhorar. Não é que o programa é ruim", afirmou.

O presidente da Caixa aproveitou o evento para anunciar uma linha para capital de giro para empresas do setor da construção. "A gente vai lançar em larga escala um programa de ajuda para vocês de capital de giro", afirmou Guimarães.

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Estadão
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