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Modelo de joint-venture com Kimberly-Clark foi premissa para compra pela Suzano, diz CEO

5 jun 2025 - 14h31
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A formação de uma joint-venture com a Kimberly-Clark na qual a Suzano possuirá uma participação controladora de 51% foi uma premissa para que a companhia seguisse com o acordo, disse o presidente-executivo da gigante brasileira de papel e celulose, Beto Abreu, nesta quinta-feira.

"Nós não faríamos esse negócio se fosse para comprar a totalidade dos ativos", disse o executivo à Reuters. Segundo ele, a parceria permitirá a combinação de competências e mitigará riscos, além de resultar em um impacto quase imperceptível na alavancagem da companhia.

A Suzano vai investir US$1,7 bilhão na joint-venture global, que envolve 22 fábricas de papéis sanitários ("tissues").

A companhia espera concluir o negócio em meados de 2026. A Suzano também terá a opção de comprar a participação remanescente da Kimberly-Clark no negócio, três anos após o fechamento da operação e por tempo indefinido, disse Abreu.

Segundo o executivo, a empresa planeja parar com aquisições a partir desta compra, e focar nos negócios que já possui.

O vice-presidente executivo de finanças e relações com investidores da Suzano, Marcos Assumpção, acrescentou que a companhia não precisará de qualquer financiamento específico para a transação com a Kimberly-Clark.

"A gente tem uma posição de caixa bem acima do nosso caixa mínimo... Não precisamos de nenhum financiamento específico para essa transação", afirmou.

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