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Mercados sobem com expectativa de acordo entre EUA e Irã, mas impasses seguem no radar

Analistas ainda procuram sinais concretos de avanço nas negociações

22 mai 2026 - 10h29
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Resumo
Apesar do alívio parcial nos ativos de risco, investidores seguem cautelosos diante da falta de solução para temas centrais, como o destino do urânio enriquecido iraniano e o controle do Estreito de Ormuz. Analistas do ING afirmam que o mercado ainda tenta identificar sinais concretos de avanço nas negociações entre Washington e Teerã. 
Foto: rarrarorro / Getty Images

Os mercados globais operam em alta nesta sexta-feira (22), impulsionados por sinais de um possível acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã, mediado pelo Paquistão. Apesar do alívio parcial nos ativos de risco, investidores seguem cautelosos diante da falta de solução para temas centrais, como o destino do urânio enriquecido iraniano e o controle do Estreito de Ormuz. 

Analistas do ING afirmam que o mercado ainda tenta identificar sinais concretos de avanço nas negociações entre Washington e Teerã. 

Sob esse cenário, o petróleo recupera parte das perdas da véspera e sobe mais de 2%, refletindo o receio de nova escalada no Oriente Médio. O Brent/junho sobe 2,59%, cotado a US$ 105,24, e o WTI/junho avança 1,89%, a US$ 98,17.

Os investidores acompanham ainda a posse de Kevin Warsh na presidência do Federal Reserve (Fed), em substituição a Jerome Powell. Indicado por Trump, Warsh assume em meio à pressão da Casa Branca por juros menores e ao temor persistente de inflação.

Diante da expectativa pelo fim do conflito no Oriente Médio, no mercado global, as bolsas da Europa renovam máximas de duas semanas com o avanço das negociações entre EUA e Irã, enquanto na Ásia, os mercados encerraram a semana em alta com o otimismo por um avanço diplomático.

No Brasil, o mercado monitora a divulgação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do segundo bimestre. A expectativa do mercado é de um novo bloqueio orçamentário para acomodar o avanço das despesas obrigatórias. 

O tema fiscal ganha ainda mais sensibilidade após o Congresso derrubar vetos do presidente Lula à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), flexibilizando regras para transferências de recursos federais a Estados e municípios, podendo favorecer prefeituras inadimplentes em um momento de ampliação da disputa por espaço eleitoral. 

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