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Material escolar: o que não pode ser incluído na lista

Para quem deseja economizar é necessário ser objetivo e não comprar nada além do que está na lista, diz Proteste

18 jan 2024 - 06h10
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Foto: Freepik

A Proteste, maior associação de consumidores da América Latina, listou sete dicas para os pais que irão às compras dos itens da lista de material escolar deste ano. Nessa época do ano os preços costumar disparar e, as crianças tendem a optar por itens de marcas com grande marketing publicitário, o que dificulta ainda mais na hora da escolha.

A forma mais simples de economizar é não comprar logo na primeira papelaria. Há uma variação de preço para cada item e ela pode pesar na hora de fechar as contas. 

De acordo com a Proteste, é preciso conferir se há produtos que podem ser reaproveitados do ano anterior. Fracionar a compra também pode contribuir na diminuição de contas no começo do semestre. Confira as dicas da Proteste:

Conheça os seus direitos

De acordo com a Lei 12.886/2013, não pode ser incluído na lista materiais de uso coletivo, higiene e limpeza ou taxas para suprir despesas com água, luz, telefone, impressão e fotocópia. A escola também não pode exigir que os pais comprem o material no próprio estabelecimento e nem determinar marcas e locais de compra, exceto apostilas.

Reaproveite tudo o que puder

De um ano letivo para o outro, muitos itens podem ser reaproveitados pelos alunos: borrachas, canetas, lápis, cadernos, estojo etc. Experimente dar uma olhadinha na mochila do seu filho. Certamente, muitos deles poderão ser reutilizados.

Adote também a estratégia de pesquisar em sebos os livros pedidos pela escola. Se você encontrar algum, com certeza sua economia será grande!

 Compre coletivamente

Muitas lojas oferecem descontos para a compra de muitos itens iguais. Una-se a outros pais nesse momento. Assim é possível comprar no atacado ou em lojas do tipo atacarejo, aproveitando os menores preços.

Espere o momento certo para comprar

Muitos materiais não precisam estar com o aluno desde o primeiro dia de aula. Os itens que não serão usados desde o início podem ser adquiridos depois de fevereiro, quando geralmente os preços estão menores.

Seja objetivo

Seja fiel à lista, não compre nada além do que está nela. Opte por fazer a compra dos itens desacompanhado dos filhos, isso porque muitas vezes eles são mais facilmente influenciados por amigos e propagandas. Ah, e lembre-se: normalmente itens com personagens e marcas licenciadas possuem valores mais elevados. Portanto, evite-os.

Compare os preços

O colégio não pode determinar a marca ou papelaria onde o material deve ser comprado, nem exigir a compra dentro da instituição (com exceção das apostilas fabricadas pela própria escola). Portanto, dedique um tempo para realizar pesquisas de preços em lojas e sites. De um estabelecimento para outro, os preços podem variar muito.

Exija a nota fiscal

A nota fiscal precisa ser fornecida pelo vendedor no ato da venda. Ao recebê-la, verifique se os produtos estão devidamente descritos, e de acordo com o preço visto na prateleira. Recuse quando estiverem relacionados apenas os códigos dos itens, pois isso dificulta a identificação e pode te atrapalhar no momento da conferência.

(*) HOMEWORK inspira transformação no mundo do trabalho, nos negócios, na sociedade. É criação da Compasso, agência de conteúdo e conexão. 

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