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Grupo Muffato desiste de comprar lojas do Makro, que continua a buscar outros compradores

Rede paranaense, a sexta maior do País, decidiu que o negócio era muito arriscado, segundo apurou o 'Estadão/Broadcast'; busca por novos interessados continua

26 out 2022 - 13h11
(atualizado às 13h31)
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O Grupo Muffato, sexto maior supermercadista do País, desistiu de comprar as lojas do Makro em São Paulo. A companhia negociava 24 unidades da rede de origem holandesa no Estado, o que representaria a sua entrada na capital paulista. O acordo, porém, não foi para frente porque a rede paranaense encontrou contingências maiores do que o esperado, ligadas a passivos trabalhistas e a questões fiscais. Os riscos, na visão do potencial comprador, não compensariam o investimento.

A saída do Makro do mercado brasileiro está ocorrendo aos poucos - é algo que a família de fundadores já fez no exterior, onde o negócio não pertence mais ao grupo, com operações que usam apenas a marca. Por aqui, o grupo SHV está presente há mais de 50 anos. Trata-se da maior operação de varejo no mundo da companhia. O processo de saída do País começou em 2019, com a venda de dezenas de lojas para o Carrefour, em uma operação bilionária.

Conheça a Muffato, rede de supermercados do interior do Paraná que negociou compra de lojas do Makro

Empresa que começou em 1974 cresceu no sul do País e já tem presença no interior de São Paulo; o plano, agora, é conquistar o consumidor paulistano

Fundado no Paraná, onde está presente em 31 cidades, o Muffato tem hoje 82 lojas, com a marca de varejo Super Muffato e o atacarejo Max Atacadista. Em 2021, o negócio chegou a um faturamento de R$ 10,6 bilhões, crescimento de 17% em relação ao ano anterior.

Procurado, o Grupo Muffato disse que nunca se pronunciou sobre esse assunto e que seguirá "com a postura de não comentar especulações do mercado". O Makro também preferiu não comentar e não respondeu se as operações no Brasil devem ser encerradas. No entanto, fontes próximas ao tema afirmam que a busca por um novo comprador continuará e que haveria outros interessados nos ativos. / COLABOROU FERNANDO SCHELLER

Estadão
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