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Grupo de farmácias D1000 tem alta de 7% no lucro do 2º tri

29 jul 2026 - 21h18
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O grupo ‌de varejo farmacêutico D1000 anunciou nesta quarta-feira lucro líquido ajustado de R$9,8 milhões para o segundo trimestre, alta de 7,2% sobre o mesmo período do ano passado, com resultado operacional ⁠impulsionado em parte pela venda de canetas ‌emagrecedoras e abertura de lojas.

A companhia é dona das redes Drogasmil, Farmalife, Drogarias Tamoio ‌e Drogaria Rosário, nos Estados ‌do Rio de Janeiro, Distrito Federal ⁠e Mato Grosso.

O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado subiu 5,8%, para R$29,3 milhões, com a margem passando de 4,4% para 4,2%, em meio a uma expansão de 11,4% no ‌número de lojas, que encerrou o trimestre em ‌312.

A receita bruta ⁠cresceu ⁠10,8%, a R$703,5 milhões.

"No segundo trimestre, o varejo farmacêutico nacional ⁠apresentou crescimento ‌de 8,5% e continuou ‌sendo impulsionado pela venda de medicamentos da classe GLP -1, indicados para obesidade e diabetes", afirmou a D1000 no balanço.

Para a companhia, "a ⁠evolução de vendas foi impulsionada pela abertura de novas lojas...além da venda de produtos análogos ao GLP -1, cujo crescimento foi de 39,4 % no segundo ‌trimestre".

Segundo a D1000, a demanda por esses produtos continua forte e "temos a expectativa de que ⁠continuem evoluindo após a entrada de novos produtos similares da semaglutida, cuja venda vem apresentando tendência positiva de crescimento".

Nesta quarta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que aprovou cinco novos medicamentos injetáveis agonistas do receptor de GLP-1 para o tratamento do diabetes e da obesidade, aproveitando uma onda de análises regulatórias aceleradas após o vencimento da patente do Ozempic no país, em março.

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