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GM espera resultado maior em 2026 por demanda por SUVs e picapes

27 jan 2026 - 14h57
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A General Motors disse nesta terça-feira que espera ter lucro mais alto em 2026, apoiada pela flexibilização de regras ambientais dos Estados Unidos, que incentiva as vendas de picapes e utilitários esportivos (SUV) de grande porte.

A ‌maior montadora dos EUA em vendas passou o ano passado lidando com as rápidas mudanças nas tarifas  de importação ‌dos EUA e com os problemas na cadeia de suprimentos, que inflaram os custos e reduziram o lucro  operacional.

Muitas dessas pressões permanecerão em 2026, disse a GM aos investidores, e a montadora também enfrentará o aumento de custos de commodities, inclusive do alumínio. Mas a GM espera que o lucro se recupere este ano, em grande ‍parte devido a um forte mercado de picapes e SUVs na América do Norte.

A GM divulgou um lucro de quarto trimestre que superou estimativas de analistas, fazendo com que as ações da montadora de Detroit subissem 7% no pregão desta manhã.

O lucro ajustado antes de impostos aumentou cerca de 13%, ‌para US$2,84 bilhões no trimestre, em comparação com cerca de US$2,51 bilhões há ‌um ano. O lucro por ação de US$2,51 superou facilmente as expectativas dos analistas de US$2,21.

A empresa espera um lucro operacional ajustado anual medido pelo Ebitda de US$13 bilhões a US$15 bilhões em 2026, uma faixa cujo ponto médio excede as expectativas dos analistas de US$13,39 bilhões, de acordo com dados da LSEG.

"Essa é uma previsão muito forte", escreveu Chris McNally, analista da Evercore ISI.

A GM registrou fortes vendas de seus veículos mais lucrativos durante o trimestre: grandes picapes, incluindo o Chevrolet Silverado, e SUVs robustos, como o Cadillac Escalade.

Para 2026, a perspectiva para os veículos mais lucrativos da GM melhorou com a recente reversão das regulamentações ambientais federais dos EUA. No ano passado, o governo de Donald Trump congelou as penalidades para as montadoras que não cumprirem regulamentações de eficiência no consumo de combustível e emissões de escapamento.

A GM disse que deve economizar até US$750 milhões por não ter que comprar créditos de carbono de fabricantes de veículos elétricos, como a Tesla, para ajudar a cumprir essas regras.

A empresa disse que o clima regulatório mais fácil a ajudará a trazer mais produção de volta aos Estados Unidos nos próximos anos - mas isso aumentará as despesas. A ‌GM enfrenta até US$ 1,5 bilhão em custos adicionais de movimentos de onshoring, bem como mudanças em sua cadeia de suprimentos e investimentos em software, disse o diretor financeiro, Paul Jacobson, a analistas.

A GM também anunciou nesta terça-feira aumentou no pagamento de dividendos trimestrais em 20% e aprovou um novo programa de recompra de ações de US$6 bilhões.

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