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França compartilha forte desaprovação a tarifa de Trump sobre produtos europeus, diz Macron

Presidente dos EUA anunciou neste sábado tarifas de 30% sobre os produtos do México e da União Europeia que chegam ao território americano

12 jul 2025 - 15h25
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Assim como outras autoridades europeias, o presidente da França, Emmanuel Macron, criticou o anúncio de tarifas de 30% sobre produtos do velho continente importados pelos Estados Unidos a partir de 1º de agosto.

Na rede social X, o mandatário francês afirmou compartilhar "a mesma forte desaprovação" quanto à medida em linha com o que foi feito pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Na mesma publicação, ele disse que o anúncio feito pelos EUA neste sábado, 12, ocorre após semanas de negociações entre a Comissão e os norte-americanos. "Com unidade europeia, cabe mais do que nunca à Comissão afirmar sua determinação em defender resolutamente os interesses europeus", completou Macron.

Como exemplos de iniciativas a serem tomadas, o presidente francês citou a aceleração de "contramedidas" por meio da mobilização de todos os instrumentos à disposição, incluindo os de anticoerção, em referência à regulamentação aprovada na União Europeia em novembro de 2023 para combater coerção econômica de países fora do bloco.

"Com base nisso, a França apoia plenamente a Comissão Europeia nas negociações, que agora se intensificarão, para alcançar um acordo mutuamente aceitável até 1º de agosto, refletindo o respeito que parceiros comerciais como a União Europeia e os Estados Unidos devem ter entre si, com seus interesses compartilhados e cadeias de valor integradas", concluiu Macron.

Trump anunciou neste sábado, 12, tarifas de 30% sobre os produtos do México e da União Europeia que chegam no território americano. As novas taxas serão cobradas separadamente das tarifas setoriais e devem entrar em vigor a partir do dia 1º de agosto. As cartas com os detalhes das novas alíquotas foram endereçadas para a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Estadão
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