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EUA: secretário minimiza nova tarifa da China e prevê negociação entre Trump e Xi Jinping

Scott Bessent, do Tesouro, mencionou a 'boa relação pessoal' entre os dois presidentes como algo que poderia favorecer uma resolução na guerra comercial

9 abr 2025 - 09h48
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O Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, minimizou o novo acréscimo na tarifa de importações de produtos americanos pela China e disse que a escalada é uma perda para os chineses. Ele mencionou a "boa relação pessoal" entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, que poderia favorecer uma resolução na guerra comercial entre as duas maiores potências econômicas mundiais, em entrevista para a Fox Business, nesta quarta-feira, 9.

"Um passo muito bom com a China seria eles reconhecerem os precursores do fentanil. Os chineses precisam punir esses exportadores para os EUA", afirmou ao defender que a potência asiática não deve "tentar desvalorizar" a saída da situação, mas sim ir à mesa para negociar.

Para Bessent, os aliados que se aproximam dos americanos em busca de negociação pelas tarifas devem pensar em como reequilibrar a China e, dentre os países, foram mencionados os principais parceiros comerciais dos EUA: Japão, Coreia do Sul, Índia e Reino Unido. "O que faremos nas próximas semanas é negociar país por país e, assim, teremos mais certezas", projetou.

O secretário ainda citou que o aumento do teto da dívida será feito por meio de reconciliação e que a desregulamentação deve permitir que os bancos comprem mais títulos do Tesouro americano. "Os EUA têm uma política de dólar forte", ressaltou.

Estadão
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