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Empréstimo P2P para empresas: veja como funciona 

Nova forma de crédito é mais simples para empresas e pode ser oportunidade como investimento

6 nov 2022 - 06h00
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Foto: Reprodução

O PicPay lançou a forma de crédito peer-to-peer (P2P) para empresas dentro de sua plataforma. Ou seja, a startup financeira vai possibilitar que os usuários possam emprestar para companhias diretamente pelo aplicativo. 

O retorno estimado da aplicação é de até 20,15% ao ano, o que representa 147% do CDI e fica acima de boa parte de outras alternativas do mercado. O ganho pode ser maior por ser também um investimento de maior risco, em comparação com ativos indexados ao CDI. 

De acordo com a empresa, o novo produto é, de um lado, uma opção para o usuário diversificar o portfólio de investimentos, e de outro, uma forma mais rápida, menos burocrática e livre de IOF para as empresas obterem recursos para financiarem seus projetos e planos de crescimento.

Com o lançamento, o PicPay amplia a oferta de P2P Lending e se torna o maior fornecedor nessa modalidade de crédito para pessoas e empresas na mesma plataforma. Desde o ano passado, a companhia permite que pessoas invistam e peçam dinheiro emprestado no chamado “Clube de Empréstimos”, e vem notando um amplo interesse sobre o produto. A base de investidores cresce cerca de 25% por mês e o volume captado já é 10 vezes maior do que nos primeiros meses. 

Como funciona o P2P Lending do PicPay

Inicialmente, os usuários que desejarem investir vão poder adquirir cotas de empresas do Grupo J&F, maior conglomerado empresarial do país e do qual o PicPay faz parte. As pioneiras na captação serão a Âmbar Energia, empresa que atua na geração de energia térmica e solar e na transmissão, comercialização e prestação de serviços ligados à energia elétrica; Flora Urbanismos, empresa que desenvolve projetos imobiliários e urbanísticos; e a JBS, maior empresa de alimentos do mundo, que deve entrar na plataforma nos próximos dias. 

Em breve, novas empresas e de diferentes setores devem captar recursos na plataforma. Os valores desejados pelas empresas no empréstimo serão divididos em várias cotas e distribuídos para os investidores, que podem aplicar no máximo R$ 15 mil por companhia, segundo as regras da modalidade. Condições como prazos, taxas de retorno e risco variam de acordo com o contrato. 

Todas as empresas passam por análise de crédito e, antes de adquirir a cota, o investidor terá acesso a um documento com informações sobre a saúde financeira da companhia e o risco da operação para fazer a melhor escolha para sua carteira de investimentos.

A nova funcionalidade já está disponível para todos os clientes. 

Redação Dinheiro em Dia
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