Empresário traz conceito de loja de 'salgados de parede'
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Foi na rua 25 de Março, no meio de um vai e vem alucinado, que o empresário Marcus Vinicius de Lima decidiu montar as primeiras unidades da Quickies uma lanchonete fast-food que aposta em um diferencial: uma prateleira self-service de salgados voltados para a rua
Foto: Bruno Santos / Terra
Foi na rua 25 de Março, no meio de um vai e vem alucinado, que o empresário Marcus Vinicius de Lima decidiu montar as primeiras unidades da Quickies uma lanchonete fast-food que aposta em um diferencial: uma prateleira self-service de salgados voltados para a rua
Foto: Bruno Santos / Terra
Atualmente, o empresário possui três lojas todas localizadas na 25 de Março região considerada o principal pilar do marketing boca-boca da empresa, e Marcus já oferece franquia como opção para aqueles que quiserem fazer parte do negócio
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O empreendimento desse paulistano de 46 anos tem inspiração europeia
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No continente europeu, viu pela primeira vez uma unidade da Febo - franquia que comercializa salgados em máquinas - na qual os próprios consumidores depositavam o dinheiro e pegavam o alimento
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Em 2006, decidiu retornar ao Brasil, onde iniciou um projeto para lançar uma empresa similar a encontrada na Europa
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Em cinco anos, foram investidos cerca de R$ 8 milhões em todo o projeto, até que a primeira unidade da Quickies ser aberta na capital paulista
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O projeto é, de certa forma, simples. Apesar de a máquina aceitar apenas moedas, o cliente pode trocar as cédulas em um dispositivo que fica na entrada do local
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Após depositar o valor do salgado escolhido, que varia entre R$ 1,50 e R$ 2,50, o compartimento selecionado se abre e o próprio cliente retira o alimento
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De acordo com Marcus Vinicius, todo salgado é frito na própria loja (os assados ainda serão lançados) e colocado nas cabines que têm temperatura de até 70ºC e que, segundo ele, elimina qualquer possível microrganismo existente na máquina
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O brasileiro se adapta a todas as coisas. As máquinas atingem todo tipo de nível social, de A a Z e idades de 0 a 100. Eu achava que pessoas mais idosas não iriam se dar bem com a máquina, mas elas trocam as moedas e consomem também, afirmou Lima
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Marcus Vinicius afirma que, dependendo da localização da unidade, é possível vender de 1,5 mil até 1,8 mil salgados no dia e de 30 mil a 50 mil unidades por mês
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Uma vez por dia, um funcionário passa recolhendo o dinheiro arrecadado com as vendas nos dispositivos eletrônicos