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Econ elogia ajustes no programa de habitação econômica

A mudança nas regras do MCMV, que incluiu nova faixa de renda familiar (até R$ 12 mil) e elevou o teto das faixas anteriores, foi recebida de forma positiva

1 jul 2025 - 03h14
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Em sétimo lugar no ranking das construtoras e oitavo entre as incorporadoras no Top Imobiliário 2025, a Econ está em um momento de transformação. Com quase 30 anos de história e forte atuação no segmento de habitação de interesse social (HIS), tem ampliado seu portfólio e hoje aposta também no potencial da faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que entrou em vigor em maio e permite financiar imóveis de até R$ 500 mil.

A mudança nas regras do MCMV, que incluiu essa nova faixa de renda familiar (até R$ 12 mil) e elevou o teto das faixas anteriores, foi recebida de forma positiva. "As medidas permitem manter a oferta adequada à realidade dos grandes centros urbanos, sem perder o foco na demanda popular", diz o diretor financeiro da Econ, Fausto Rodrigues Bianco.

Econ tem atuação majoritária na capital paulista
Econ tem atuação majoritária na capital paulista
Foto: Tiago Queiroz/Estadão / Estadão

Para 2025 e 2026, ele projeta o lançamento de 3 mil unidades para a faixa 4, com um valor geral de vendas (VGV) estimado em R$ 1,4 bilhão.

"A faixa 4 responde a um público de média renda que busca diferenciais de produto e localização. Além disso, contribui para o atendimento da demanda de financiamento para clientes cuja capacidade de contrair dívida e obter crédito estava reduzida em virtude das altas taxas de juros", comenta o executivo.

A Econ manterá atuação também voltada às outras três faixas já tradicionais do programa, com um limite atual de R$ 350 no preço do imóvel.

Bianco diz que 2024 foi desafiador para sua empresa. O VGV de lançamentos encolheu 24% em relação a 2023, segundo ele, impactado pela revisão do Plano Diretor de São Paulo. Mas a empresa vê um horizonte promissor já no curto prazo, com uma projeção de lançar entre R$ 1,8 bilhão a R$ 2 bilhões por ano.

Com atuação majoritária na capital paulista e presente nas cidades da Grande São Paulo, a Econ desenvolve e lança projetos em localização estratégica, com áreas de lazer. "O cliente do MCMV está mais exigente: quer sacada funcional, proximidade com transporte e infraestrutura de lazer", afirma.

A expectativa é de que a futura queda nos juros impulsione lançamentos e facilite o acesso ao crédito. "Juros altos travam o setor", ressalta Bianco. "Com a redução, conseguimos destravar investimentos desde a compra de terrenos até a produção.

Estadão
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