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Dólar zera perdas no Brasil após dados de emprego nos EUA

11 fev 2026 - 09h26
(atualizado às 10h50)
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O dólar ‌zerou as perdas vistas mais cedo na sessão no Brasil e passou a oscilar perto da estabilidade nesta quarta-feira, em sintonia com o fortalecimento da moeda norte-americana ante outras divisas no exterior, após dados mostrarem uma forte geração de empregos nos EUA ⁠em janeiro.

Notas de dólar 
09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan
Notas de dólar 09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan
Foto: Reuters

Às 10h40, o dólar à vista cedia 0,04%, aos ‌R$5,1957 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- caía 0,05%, aos ‌R$5,2090.

O relatório de empregos payroll mostrou ‌que a economia norte-americana gerou 130 mil postos de ⁠trabalho em janeiro, bem acima da projeção de 70 mil vagas apontada em pesquisa da Reuters com economistas. A taxa de desemprego ficou em 4,3% em janeiro, ante projeção de 4,4%.

Em reação aos números, os rendimentos dos Treasuries passaram a registrar altas ‌fortes, em meio à leitura de que o espaço para ‌cortes de juros nos ⁠EUA diminuiu. O ⁠dólar também ganhou força ante as demais divisas, incluindo o real.

No Brasil, ⁠durante evento do BTG ‌Pactual, Galípolo repetiu mais cedo ‌que a instituição pretende começar a "calibragem" da taxa de juros a partir de março, mas evitou dar sinais sobre o que será feito no restante do ano, defendendo serenidade ⁠e parcimônia no processo decisório.

"A partir de janeiro, a gente decide sinalizar que antevê, em se confirmando o cenário, essa calibragem da política monetária, a partir de março, justamente para que a gente consiga ‌reunir mais confiança para iniciar este ciclo", comentou Galípolo em referência à sinalização, dada no último encontro do Comitê de Política ⁠Monetária (Copom), de que o ciclo de cortes da Selic começará no próximo mês. Atualmente a Selic está em 15% ao ano.

O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa de referência hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.

Na terça-feira o dólar à vista encerrou o dia com alta de 0,17%, aos R$5,1976.

Às 11h30, o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.

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