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Dólar cai no Brasil com exterior e pesquisa eleitoral no radar

25 fev 2026 - 09h25
(atualizado às 09h52)
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O dólar abriu ‌a quarta-feira em baixa no Brasil, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior, em uma sessão até o momento positiva para ativos de maior risco.

Notas de dólar 
09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan
Notas de dólar 09/04/2025 REUTERS/Willy Kurniawan
Foto: Reuters

No Brasil, destaque para a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada mais cedo, que mostra ⁠o presidente Luiz Inácio Lula da Silva numericamente atrás do senador ‌Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em simulações de segundo turno da disputa presidencial.

Às 9h39, ‌o dólar à vista caía 0,45%, aos ‌R$5,1326 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro ⁠para março -- atualmente o mais líquido no Brasil -- cedia 0,51%, aos R$5,1360.

Na terça-feira o dólar à vista encerrou em queda de 0,27%, aos R$5,1556, em meio ao fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil, em especial em direção à bolsa.

Nesta manhã, com o ‌mercado de ações no Brasil ainda fechado, o dólar dá continuidade ‌ao movimento da véspera, ⁠em sintonia com ⁠o recuo da moeda norte-americana ante divisas pares do real como o ⁠rand sul-africano, o peso chileno ‌e o peso mexicano.

O ‌avanço das moedas de maior risco é apoiado pela perspectiva positiva para o setor de tecnologia dos Estados Unidos, que na terça-feira já deu suporte aos mercados ao redor do ⁠mundo.

No Brasil, pesquisa da Atlas feita para a Bloomberg mostrou Lula na liderança nos cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de outubro, mas numericamente superado nas simulações de segundo turno por Flávio e Tarcísio de ‌Freitas, embora ainda em empate técnico.

No segundo turno, Flávio tem 46,3%, contra 46,2% de Lula. Já Tarcísio soma 47,1%, contra 45,4% ⁠de Lula. A margem de erro é de 1 ponto-percentual para mais e para menos.

Antes da abertura do mercado, o Tesouro informou que o governo central teve superávit primário de R$86,9 bilhões em janeiro, com queda real de 2,2% sobre o mesmo mês de 2025. Economistas consultados pela Reuters esperavam que o dado, que compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social, seria superavitário em R$88,8 bilhões no mês.

Já o Banco Central informou que as concessões de crédito no Brasil caíram 18,9% em janeiro ante dezembro, com o estoque total de crédito recuando 0,2% no período, a R$7,116 trilhões.

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