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Descubra como começar a investir com R$10, R$30 ou R$100

Veja opções de investimentos "baratos" e orientações básicas para investidores de primeira viagem

10 ago 2021 16h22
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Investimentos acessíveis
Investimentos acessíveis
Foto: Shutterstock / Finanças e Empreendedorismo

Se no começo de 2021 você colocou a meta de "investir" em sua listinha de desejos para este ano, preste bastante atenção neste conteúdo, pois ele pode ser o responsável por finalmente seus planos saírem do papel. 

Aquela velha história de que investir é só para quem tem muito dinheiro já está mais do que ultrapassada, uma vez que hoje, existem no mercado opções de investimentos quase mais baratas do que aquele copinho de café da padaria.  

Contudo, o especialista da iHUB Investimentos, Gian Montebro, explica que o primeiro passo para ter acesso aos investimentos mais financeiramente mais acessíveis é deixar de investir em produtos de instituições financeiras e procurar uma corretora, uma vez que os assessores de investimento têm acesso a bons investimentos e com taxas menores. 

Para dar uma luz para quem nunca investiu e não sabe nem por onde começar, Montebro lista três opções de investimentos a partir de R$10,00:

1) Bolsa de valores: é possível comprar ações de qualquer quantia, pois a B3, a Bolsa do Brasil, dá a possibilidade de adquirir uma ação no mercado fracionário. Como assim? Bom, uma ação no valor de R$10,00, atualmente, no mercado cheio da bolsa de valores brasileira, custa R$1.000,00 para cada 100 ações - quantidade mínima exigida. 

Porém, toda e qualquer ação tem a opção do fracionário, entre 1 e 99 ações, justamente para atender os menores investidores. Desta forma, é possível comprar a mesma ação com R$10,00, comprando no fracionário de uma ação. 

2) Tesouro Direto: neste tipo de investimento, que é, basicamente, a venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, é possível realizar um aporte a partir de R$30,00. 

Além das corretoras, o próprio site do Tesouro Direto traz informações sobre este tipo de investimento, além de um simulador de investimentos, onde você pode detalhar o que está buscando e visualizar algumas opções indicadas pelo Tesouro.

3) Fundos de investimentos: com R$100,00, há opções de fundos de investimentos que sejam agressivos e de casas reconhecidas. Para quem não faz ideia como funciona este tipo de investimento, os Fundos de Investimentos são um "tipo de aplicação financeira que reúne recursos de um conjunto de investidores (cotistas), permitindo assim investir em uma variada cesta de ativos, em diferentes mercados. Esta carteira pode englobar Títulos de Renda Fixa, Títulos Públicos, Títulos Cambiais, Derivativos, Commodities, Ações, entre outros. Quanto mais diversificado o fundo, menor é o risco", explica a XP Investimentos. 

Investimentos mais acessíveis e o perfil do investidor

Como vimos acima, existem opções de investimentos com valores bem acessíveis, contudo, além disso, outro ponto que o investidor de primeira viagem precisa levar em consideração é o seu perfil. 

Quem é você no mercado dos investimentos? O conservador, que não admite perder nem um realzinho investido; o moderado, que até se arrisca um pouquinho, mas nada muito expressivo; ou o agressivo, que topa tudo por uma possibilidade de rentabilidade alta?

Reflita, busque realizar o teste na internet (no Google você encontra opções de sites para realizá-lo de forma gratuita) e confira abaixo outras possíveis opções de investimentos "baratos" ligados ao seu perfil:

- Perfil conservador: Tesouro Direto ou Fundos de Renda Fixa

- Perfil moderado: Fundos Multimercados

- Perfil agressivo: Ações 

Fique sempre atento às taxas

Manter os olhos bem abertos às taxas cobradas é essencial, pois no caso de comprar uma ação no fracionário, por exemplo, é importante saber qual o valor cobrado pela corretora, a chamada taxa de corretagem, além da B3, os emolumentos. 

Montebro explica que quando uma determinada ação custa R$10,00 na B3, com R$100,00 é possível comprar 10 unidades desse papel no mercado fracionário. 

Contudo, caso a corretora cobre R$10,00 de corretagem (esse valor pode variar de empresa para empresa), e a bolsa de valores brasileira mais R$10,00 de emolumentos, ao invés de ter 10 ações, o investidor terá somente oito, já que R$20,00 foram gastos em custos operacionais. 

Dessa forma, a cada R$1,00 que aquele papel valorizar, o investidor ganha R$8,00, e não R$10. Logo, para que o ganho possa valer a pena, é preciso ter esses custos muito bem calculados e claros para começar a investir.

Com informações de: Agência Contatto

Finanças e Empreendedorismo
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