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Crescimento dos EUA acelera no primeiro trimestre

30 abr 2026 - 09h43
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O crescimento econômico ‌dos Estados Unidos acelerou no primeiro trimestre devido a uma recuperação nos gastos do governo após paralisação do governo, mas o aumento provavelmente é temporário já que a guerra envolvendo os EUA, Israel e o Irã aumenta os ⁠preços da gasolina e pressiona os orçamentos familiares.

O Produto Interno ‌Bruto aumentou a uma taxa anualizada de 2,0% no último trimestre, informou o Escritório de Análises Econômicas do ‌Departamento de Comércio nesta quinta-feira.

No trimestre ‌de outubro a dezembro, o crescimento econômico desacelerou ⁠para um ritmo de 0,5%, uma vez que a contração nos gastos do governo federal reduziu 1,16 ponto percentual do PIB, a maior desde o primeiro trimestre de 1994.

Economistas consultados pela Reuters alta do PIB a uma taxa ‌anualizada de 2,3%. As estimativas variavam de um ritmo de ‌contração de 0,2% a ⁠uma taxa ⁠de crescimento de 3,9%. Grande parte do crescimento veio de uma ⁠reversão parcial nos gastos do ‌governo.

Um boom de ‌gastos com inteligência artificial e a construção de data centers que sustentam a tecnologia continuaram a sustentar os gastos das empresas com equipamentos. Mas o crescimento dos ⁠gastos do consumidor, o principal motor da economia, desacelerou ainda mais. Ele estava perdendo força mesmo antes de a guerra no Oriente Médio aumentar o preço médio da gasolina nos EUA para ‌mais de US$4 por galão.

Os norte-americanos ficaram frustrados com o aumento do custo de vida e a maioria desaprova ⁠a administração da economia pelo presidente Donald Trump, o que representa um risco político para o Partido Republicano antes das eleições de meio de mandato do Congresso em novembro.

O ritmo de crescimento da economia provavelmente sustenta as expectativas do mercado financeiro de que o Federal Reserve vai manter a taxa de juros, possivelmente até 2027, desde que não haja deterioração no mercado de trabalho. Na quarta-feira, o banco central dos EUA manteve a taxa de referência na faixa de 3,50% a 3,75%, observando preocupações crescentes com a inflação.

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