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Comércio e atividade dos EUA guiam mercados em NY, que fecham em leve alta

8 jun 2018
14h49
atualizado em 2/7/2018 às 14h45
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Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta sexta-feira, 8, em leve alta, enquanto os investidores monitoraram a reunião de líderes do G-7, realizada em Quebec, no Canadá, e continuaram otimistas com os fortes resultados da economia dos Estados Unidos. O índice Dow Jones fechou em alta de 0,30%, aos 25.316,53 pontos; o S&P 500 teve ganho de 0,31%, aos 2.779,03 pontos e o Nasdaq subiu 0,14%, aos 7.645,51 pontos. Na semana, os três indicadores registraram ganhos: de 2,63%, 1,45% e 1,12%, respectivamente. No início do dia, as ações começaram em baixa em solo americano em meio às tensões comerciais entre EUA e grandes parceiros comerciais, como o Canadá e a União Europeia. Com as políticas de "America First" afetando a Europa e o Canadá, o presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que os países que formam o G-7, fora os EUA, unam forças. Um encontro entre os representantes da União Europeia, Alemanha, França, Reino Unido e Itália foi agendado na tentativa de os líderes europeus se prepararem para uma reunião com Trump. Outro fator que continua no foco dos agentes é a reunião de política monetária do Fed. Na próxima semana, é esperado que o banco central eleve a taxa de juros para a faixa entre 1,75% e 2,00%. Os agentes, no entanto, se atentam ao ritmo de aperto que o Fed pode impor. Além disso, na próxima semana, será divulgada a inflação medida pelo índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) em solo americano. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal esperam que o indicador suba para 2,7% na comparação anual de maio. "Com a economia crescendo acima da tendência, esperamos, agora, que o Fed eleve os juros quatro vezes neste ano", disseram analistas do Bank of America Merrill Lynch. O movimento do BofA é semelhante ao visto por outras instituições financeiras, como o Goldman Sachs, o Barclays e o Banco Mundial. Entre as techs, a Apple fechou em queda de 0,91% depois que a Nikkei Asian Review informou que a companhia disse aos fornecedores para preparar cerca de 20% menos componentes do iPhone para novos dispositivos lançados ainda este ano. A reportagem, que cita fontes anônimas, disse que a Apple preparou até 100 milhões de unidades de seus novos modelos de iPhone lançados no ano passado, mas espera lançar 80 milhões dos novos modelos deste ano.

Estadão

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