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China defende controles à exportação de minerais essenciais após declaração do G7

18 jun 2026 - 07h58
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A China defendeu suas ‌medidas de controle de exportação de minerais essenciais e instou os países do G7 a respeitarem os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional, em vez de favorecerem "pequenos ⁠grupos", informou seu Ministério das Relações Exteriores nesta ‌quinta-feira.

As declarações foram feitas após um acordo firmado pelos líderes do G7 na quarta-feira para intensificar ‌a coordenação com o objetivo ‌de reduzir a dependência de seus países ⁠em relação à China no que diz respeito a minerais essenciais, incluindo planos para alinhar os estoques e ampliar o papel da Agência Internacional de Energia.

"Os esforços da China para padronizar e ‌aprimorar seu sistema de controle de exportações estão em ‌consonância com as ⁠práticas internacionais", ⁠afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, ⁠em uma coletiva ‌de imprensa de ‌rotina.

"O objetivo é salvaguardar melhor a paz mundial e a estabilidade regional, além de cumprir as obrigações internacionais relacionadas à não proliferação", acrescentou ⁠ele, instando os líderes do G7 a cessarem a "imposição de regras de pequenos grupos" que prejudicam a ordem econômica e comercial internacional.

As potências ocidentais estão correndo para ‌diversificar o abastecimento de metais essenciais para defesa, tecnologia e energia renovável, bem como para reduzir ⁠a dependência da China, depois que as restrições à exportação de ímãs permanentes impostas por Pequim no ano passado afetaram diversos setores e expuseram sua dependência de uma única fonte.

Sem citar a China, os líderes do G7 afirmaram que buscam reduzir a dependência de qualquer fornecedor fora do grupo e dos países parceiros para terras raras e ímãs permanentes para menos de 60% até 2030, com a meta final de 50% "o mais rápido possível".

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