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Chegará momento de Lula ligar para Trump sobre tarifaço, diz senador que lidera comitiva nos EUA

Senador Nelsinho Trad diz que conversas estão fluindo, mas só se saberá resultado concreto em 1° de agosto, data do início das tarifas de 50%

29 jul 2025 - 15h06
(atualizado às 15h41)
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BRASÍLIA — O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), líder da missão de senadores brasileiros em Washington para tentar reverter o tarifaço de 50%, disse nesta terça-feira, 29, que "chegará o momento" em que as conversas sobre as tarifas aplicadas ao Brasil terão que ser no "alto nível", referindo-se à necessidade de uma ligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Donald Trump.

 "Chegará o momento em que relação de alto nível vai precisar ser feita. Isso não é nenhum demérito. Precisa ser organizado, porque são os interesse do nosso País", afirmou, durante entrevista à GloboNews.

O senador Nelsinho Trad, que lidera comitiva de parlamentares brasileiros nos EUA para tentar reveter o tarifaço de Trump
O senador Nelsinho Trad, que lidera comitiva de parlamentares brasileiros nos EUA para tentar reveter o tarifaço de Trump
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado / Estadão

 O senador disse que "o grupo não tem nenhuma condição de avançar na questão" e que se reunirá agora à tarde com dois senadores do Partido Republicano, o mesmo de Trump.

Segundo ele, a ideia é convencer os parlamentares de que os Estados Unidos também perderão com as tarifas.

"[O objetivo é] chamar a atenção para que levem uma mensagem para o governo americano que essa é uma situação muito ruim tanto para os Estados Unidos como para o Brasil. Se vamos conseguir alguma coisa, só o dia 1° para dizer. Mas algo já conseguimos: a relação está distensionada", declarou.

O senador afirmou que conversas com dois senadores democratas não permitiu uma visão realista da situação, mas que há perspectivas de conversas com senadores republicanos nesta terça e na quarta-feira, 30, em que aproveitarão para perguntar se há outros fatores em jogo, como uma eventual moeda própria do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

"Como só conversamos com parlamentares da oposição, a percepção que têm é um pouco longe da eventual realidade desse assunto. Agora à tarde, vamos falar com republicanos. Tem um que é muito próximo do presidente Trump. Vamos questionar se essa é uma situação que precisa ser abordada com as autoridades brasileiras", declarou.

Estadão
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