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Brasileiro fundador do Agibank entra para grupo de bilionários após IPO em Nova York

Segundo a 'Bloomberg', participação de Marciano Testa no Agibank é avaliada em US$ 1,1 bilhão

12 fev 2026 - 22h44
(atualizado às 23h00)
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O brasileiro Marciano Testa, fundador do Agibank, tornou-se bilionário na quarta-feira, 11, mesmo após o IPO (oferta pública inicial) conturbado da empresa em Nova York. A participação de Testa de 63% no Agibank, banco gaúcho que opera em modelo híbrido focado em crédito consignado, foi avaliada em US$ 1,1 bilhão ao preço de fechamento na data, de US$ 10,75, segundo informações da Bloomberg.

O banco chegou esta semana à reta final de sua abertura de capital em Nova York. Para conseguir emplacar sua operação, o Agibank teve de reduzir o tamanho da oferta em mais da metade.

Marciano Testa, fundador do Agibank, se tornou bilionário na última quarta-feira, 11, de acordo com a 'Bloomberg'
Marciano Testa, fundador do Agibank, se tornou bilionário na última quarta-feira, 11, de acordo com a 'Bloomberg'
Foto: Daniel Teixeira/Estadão / Estadão

A queda das ações da PicPay desde o IPO na Nasdaq, superior a 15%, e dúvidas sobre o modelo de negócio do Agibank, muito dependente de crédito consignado - incluindo do INSS, onde detém 9% do mercado -, fizeram investidores ficarem mais cautelosos na esteira da liquidação das ações de tecnologia ocorrida em Wall Street na semana passada.

De acordo com pessoas próximas à operação, o Agibank falou com mais de 150 investidores internacionais nos últimos dias e conseguiu atrair fundos com perfil de longo prazo para a operação, os chamados "long only", além de fundos soberanos dos Estados Unidos e Europa. Investidores brasileiros, que estiveram presentes na oferta do PicPay, ficaram mais discretos com o Agibank.

Essa foi a segunda vez que o banco gaúcho tentou se listar em Wall Street. O Agibank chegou a cogitar um lançamento de ações em 2018, mas o momento de mercado frustrou seus planos. Na época, as aberturas de capitais brasileiras foram suspensas diante da volatilidade causada pela greve dos caminhoneiros.

A saída foi captar recursos de outra forma para seguir crescendo. Uma das vias foi um cheque de R$ 400 milhões que o Agibank recebeu da gestora de private equity Vinci Partners, de Gilberto Saião, em 2020. Quatro anos depois, a Lumina, de Daniel Goldberg, aportou mais R$ 400 milhões no banco.

O objetivo do banco é atingir R$ 100 bilhões em crédito até 2030. Em entrevista ao Estadão/Broadcast no fim de 2024, Testa disse que era "matematicamente possível" alcançar tal patamar.

Estadão
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