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Brasil vai crescer 3% com redução do desemprego, diz Guardia

11 abr 2018 - 03h43
(atualizado às 08h00)
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O presidente Michel Temer dá posse ao novo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, em cerimônia no Palácio do Planalto
O presidente Michel Temer dá posse ao novo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, em cerimônia no Palácio do Planalto
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A economia brasileira deve se expandir 3% neste ano, movimento que deve auxiliar a queda da taxa de desemprego, disse o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante entrevista transmitida ao vivo pela Globonews nessa terça-feira.

Segundo Guardia, depois de ultrapassadas as dificuldades do biênio de recessão em 2015 e 2016, a sensação de bem-estar econômico provocada por um cenário de taxas de juros e inflação baixas chegará às famílias brasileiras ao longo dos próximos meses.

O ministro evitou fazer previsões sobre quando a desocupação vai começar a ceder de forma mais consistente no País. Mas explicou que o baixo uso da capacidade escalada torna "natural que, na retomada, as empresas cresçam com a capacidade hoje existente e depois comecem a investir e elevar a oferta de emprego".

A taxa de desemprego voltou a subir no trimestre até fevereiro e o número de empregados com carteira de trabalho assinada atingiu o menor nível desde 2012, apesar do cenário de baixa inflação e Selic em seu menor nível histórico.

Guardia também afirmou que o governo deve usar uma prerrogativa constitucional para cumprir a chamada regra de ouro das contas públicas no orçamento de 2019.

A regra veda a emissão de dívida para financiar gastos correntes, mas há uma ressalva: a operação pode ocorrer se houver previsão de um crédito extraordinário no Orçamento para este fim, explicou o novo ministro da Fazenda.

"O entendimento é que usaremos esse dispositivo para o orçamento de 2019", disse ele à jornalista Miriam Leitão.

A primeira entrevista do novo titular da Fazenda fugiu à praxe adotada pelo ministério nos últimos meses, quando Henrique Meirelles cogitava deixar o posto para concorrer nas eleições presidenciais de outubro. Sob Meirelles, o ministério divulgava antecipadamente os horários e veículos que conversariam com o ministro. Sob Guardia, isso não foi feito.

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