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Bolsas dos EUA sobem com otimismo sobre comércio global e fortes dados industriais

18 jan 2019
13h27
atualizado às 13h57
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Os principais índices acionários dos Estados Unidos caminhavam para sua quarta semana de ganhos nesta sexta-feira, liderados pelas ações de tecnologia e industriais, em meio a esperanças de que a intensa disputa comercial entre Estados Unidos e China finalmente chegue ao fim.

Pedestres caminham em Wall Street, Nova York
02/04/2018
REUTERS/Shannon Stapleton
Pedestres caminham em Wall Street, Nova York 02/04/2018 REUTERS/Shannon Stapleton
Foto: Reuters

Às 13:24 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,73 por cento, a 24.547 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,52 por cento, a 2.650 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,27 por cento, a 7.104 pontos.

O sentimento era impulsionado por dados da produção industrial dos EUA, que subiu no maior ritmo em 10 meses em dezembro, o que pode acalmar temores de uma forte desaceleração na atividade industrial do país.

O otimismo em relação ao comércio internacional favoreceu os ativos no fim da sessão de quinta-feira, após notícias de que o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, considerava a suspensão de algumas ou todas tarifas impostas às importações chinesas. O Departamento do Tesouro negou que Mnuchin fez tal recomendação.

As ações de indústrias sensíveis ao comércio subiam 0,85 por cento, enquanto o índice de semicondutores de Filadélfia tinha alta de 0,55 por cento. O setor de tecnologia avançava 0,6 por cento e era o maior impulso do S&P 500.

O índice de referência, que fechou acima de sua média móvel de 50 dias pela primeira vez desde 3 de dezembro, agora opera cerca de 11 por cento distante da máxima recorde de 20 de setembro, depois de cair para as mínimas em 20 meses na véspera do Natal.

"Geralmente, esses 'rumores' não são necessariamente falsos, simplesmente não são verdadeiros ainda, o que normalmente significa que há algum processo acontecendo, mas eles simplesmente não querem contar a ninguém ainda", disse vice-presidente de negociação e derivados da Charles Schwab.

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