Script = https://s1.trrsf.com/update-1784747113/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

BNP Paribas registra aumento de 33% no lucro, negociações de ações atingem recorde

23 jul 2026 - 11h26
Compartilhar
Exibir comentários

O banco francês ‌BNP Paribas superou as previsões para o segundo trimestre, já que o volume recorde de negociações com ações e a recuperação do setor de banco de varejo ajudaram a elevar o lucro líquido em um terço, compensando os custos mais elevados decorrentes ⁠da integração da AXA Investment Managers.

O lucro líquido nos três meses ‌até o final de junho subiu para 4,35 bilhões de euros (US$4,97 bilhões), impulsionado também por ganhos pontuais decorrentes de ‌uma reformulação da parceria com a ‌seguradora Ageas, e superou a média de 4,21 bilhões ⁠de euros das 15 estimativas de analistas compiladas pelo banco.

A receita do maior banco da zona do euro em termos de ativos cresceu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, para 14,1 bilhões de euros, também acima das expectativas, ‌enquanto as despesas operacionais aumentaram a uma taxa de 10%.

Analistas apontaram ‌os custos como um ⁠ponto fraco ⁠em um trimestre, no mais, otimista, destacando que as despesas ficaram ligeiramente ⁠acima das expectativas após a ‌aquisição, por 5,1 bilhões ‌de euros, da divisão de gestão de ativos da AXA, bem como a contínua fragilidade da unidade de leasing de veículos Arval.

"O mercado provavelmente se concentrará no que é ⁠percebido como um 'desvio' nos custos, mas suspeitamos que o BNP tenha usado o forte resultado de receita para antecipar os custos de integração da AXA IM", afirmou a Jefferies em relatório. O Citi classificou ‌o balanço como "um bom conjunto de resultados", destacando o forte desempenho das ações e a sólida geração de capital.

O BNP Paribas ⁠é o primeiro dos bancos de investimento europeus a divulgar os números do segundo trimestre, com os investidores ansiosos para ver como se saíram em meio a um aumento na atividade de negociação desencadeado pela guerra no Irã, bem como a uma onda frenética de fusões e aquisições corporativas, que gerou uma enorme receita para os maiores concorrentes de Wall Street.

A volatilidade nos mercados financeiros provocada pela guerra no Irã foi um benefício para as salas de operações, enquanto grandes fusões e aquisições e ofertas públicas iniciais (IPOs) impulsionaram as comissões do banco de investimento.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra