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Azul tem prejuízo líquido ajustado de R$475,8 mi no 2º tri

14 ago 2025 - 19h44
(atualizado às 21h18)
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A Azul registrou lucro líquido de R$1,29 bilhão no segundo trimestre de 2025, contra um prejuízo de R$3,56 bilhões apurado no mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado pela empresa nesta quinta-feira.

Em termos ajustados, no entanto, a companhia aérea teve um prejuízo líquido de R$475,8 milhões no segundo trimestre. O resultado representa uma queda de 29% na comparação com as perdas ajustadas de R$669,7 milhões registradas um ano antes.

O desempenho operacional da Azul, medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, atingiu R$1,14 bilhão no período de abril a junho, aumento de 8,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A empresa, que está em processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, alcançou receita operacional de R$4,94 bilhões no período, recorde para um segundo trimestre e um aumento de 18,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

A companhia atribuiu o resultado à alta demanda registrada e ao aumento em receitas auxiliares, conforme comunicado à imprensa, e chamou atenção para as estratégias de otimização do uso da frota e ajustes de malha.

"Nós ainda estamos crescendo, ainda estamos colocando mais aeronaves no ar, mas nós saímos de um lugar onde não estamos ganhando dinheiro, que não faz sentido, simplificando um pouco mais a nossa malha", disse o CEO da Azul, John Rodgerson, a jornalistas após a divulgação do balanço.

A Azul encerrou operações em 14 cidades entre os meses de fevereiro e março, e mira a saída gradual de cerca de 50 rotas.

RECUPERAÇÃO JUDICIAL

Rodgerson também afirmou que a empresa já tem "dinheiro suficiente" para sair da recuperação judicial --o chamado Chapter 11--, mas pode ir ao mercado para buscar recursos mais competitivos.

Em maio, a Azul informou que espera sair da recuperação judicial nos EUA até o início de 2026.

O diretor financeiro da companhia aérea, Alexandre Malfitani, afirmou que espera uma geração forte de caixa no segundo semestre.

"Os resultados do segundo semestre são sempre melhores do que o resultado no primeiro. Tivemos também uma estabilidade no preço do combustível, um fortalecimento do real, isso também ajuda", acrescentou.

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