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Atividade da zona do euro quase estagna com impacto inflacionário da guerra no Oriente Médio, aponta PMI

24 mar 2026 - 08h29
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O crescimento do setor privado da zona do ‌euro desacelerou acentuadamente em março, conforme a guerra no Oriente Médio elevou os custos de insumos ao seu ponto mais alto em mais de três anos e desencadeou as piores interrupções na cadeia de suprimentos desde meados de 2022, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira.

O Índice PMI Composto ⁠preliminar da zona do euro da S&P Global caiu para 50,5 em março, de ‌51,9 em fevereiro, marcando o menor nível em 10 meses e ficando abaixo das expectativas de economistas em uma pesquisa da Reuters de ‌51,0.

O indicador está acima da marca de 50,0, ‌que separa contração de crescimento, por 15 meses consecutivos.

O crescimento estagnou à ⁠medida que novos pedidos -- um indicador importante da demanda -- caíram pela primeira vez em oito meses, impulsionado pela fraqueza do setor de serviços. Os pedidos do setor industrial continuaram a se expandir, embora a leitura da produção no setor tenha caído de 51,9 no mês anterior para 51,7.

"O PMI preliminar da ‌zona do euro está soando o alarme da estagflação, conforme a guerra no ‌Oriente Médio aumenta acentuadamente ⁠os preços e, ⁠ao mesmo tempo, sufoca o crescimento", disse Chris Williamson, economista-chefe de negócios da S&P ⁠Global Market Intelligence.

Os custos gerais de ‌insumos aumentaram no ritmo mais ‌rápido desde fevereiro de 2023, com o setor industrial e o de serviços enfrentando uma inflação mais acentuada. A aceleração foi mais acentuada no setor de manufatura, com os preços da energia subindo e ⁠as cadeias de suprimentos sendo estranguladas devido ao conflito.

Os prazos de entrega dos fornecedores do setor manufatureiro se alongaram substancialmente, na maior extensão desde agosto de 2022, em grande parte devido às interrupções de transporte ligadas à guerra.

A produção continuou a aumentar ‌na Alemanha, ajudada pela expansão mais rápida da produção industrial em mais de quatro anos, mas caiu novamente na França. O restante da zona ⁠do euro registrou apenas um ligeiro aumento na atividade, o mais fraco em 27 meses.

O nível de emprego caiu pelo terceiro mês consecutivo, com os cortes de pessoal centrados no setor industrial, onde os níveis de pessoal diminuíram todos os meses desde junho de 2023. O nível de emprego no setor de serviços aumentou marginalmente, mas na menor proporção desde setembro.

A confiança das empresas caiu para o seu nível mais baixo em quase um ano, com a queda mensal sendo a maior desde a invasão da Ucrânia pela Rússia no início de 2022. As empresas permaneceram otimistas em relação à produção no próximo ano, mas a confiança ficou abaixo da média da série.

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