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Alimentação cara em aeroporto permite ter menor tarifa aeroportuária do mundo, diz diretor da Anac

Receitas dos aeroportos brasileiros são compostas por cerca de 60% das receitas comerciais e 40% referentes à outorga, segundo agência

13 out 2025 - 13h23
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RIO - Ponto de crítica entre muitos viajantes, o preço dos serviços de alimentação nos aeroportos brasileiros permite que a tarifa aeroportuária, ou seja, os valores pagos aos operadores pela utilização da infraestrutura, seja o menor do mundo.

A defesa foi feita pelo diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Tiago Sousa Pereira.

"A boa prestação de serviços depende da receita tarifária (regulada pela Anac) e não tarifária. As receitas comerciais, que não são reguladas, têm uma participação importante para o operador da concessão e são elas que permitem que a nossa tarifa aeroportuária seja a menor do mundo", afirmou durante painel no evento Regulation Week FGV.

Tarifa aeroportuária inclui as de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem da carga importada e exportada e a movimentação de cargas
Tarifa aeroportuária inclui as de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem da carga importada e exportada e a movimentação de cargas
Foto: Divulgação/BH Airports / Estadão

Na tarifa aeroportuária estão incluídas as tarifas de embarque (única paga pelo passageiro), conexão, pouso, permanência, armazenagem da carga importada e exportada e a movimentação de cargas.

Estimativas da Anac apontam que as receitas dos aeroportos brasileiros são compostas por cerca de 55% e 60% das receitas comerciais e entre 40% a 45% referentes à outorga.

"Nas concessões de rodovias, 99% das tarifas são pagas pelo morador daquela cidade que usa todo dia a rodovia", apontou.

Estadão
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