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Alckmin participa do 'Mais Você', de Ana Maria Braga, e diz que negociações com EUA vão continuar

Vice-presidente disse que lista de exceções é resultado de conversa longa com membros do governo dos EUA

31 jul 2025 - 11h31
(atualizado às 11h56)
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Um dia após o presidente Donald Trump assinar decreto com tarifa de 50% para produtos importados do Brasil, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, participou de programa Ana Maria Braga, da TV Globo, para falar do cenário atual. Segundo ele, as negociações com os Estados Unidos continuam, apesar das exceções para 694 produtos (como laranja, celulose e produtos aeronáuticos).

Alckmin disse que a lista de produtos isentos foi resultado de conversa longa com membros do governo americano.

Ele explicou ainda que 35,9% do total de exportações para os EUA serão afetadas com a nova tarifa. Cerca de 45% dos embarques ficaram de fora dessa taxa proibitiva e, para cerca de 20%, não teve alteração, pois eram produtos como aço e alumínio, com tributação separada.

A proposta é detalhar e explicar para o público do programa "Mais Você" os efeitos da tarifa de 50% sobre parte dos produtos brasileiros, oficializada ontem. Alckmin está comandando as negociações sobre o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos.

O vice-presidente da República disse que eventual conversa direta entre o presidente Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, depende de "preparo", ao ser questionado sobre eventual ligação ou viagem do chefe do Executivo brasileiro aos Estados Unidos para tratar da tarifa de 50% sobre parte de produtos brasileiros.

Impacto

Alckmin repetiu uma fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que as tratativas com os EUA seguem, independente do prazo de vigência da taxa contra o Brasil. "Negociações começam hoje", afirmou, dizendo que o foco é reduzir as tarifas e/ou aumentar a lista de exceções. "Vamos trabalhar para preservar empregos, produções e para avançar em abertura de mercados", reforçou.

Alckmin disse ser difícil cravar o impacto da tarifa de 50% nos preços de produtos agrícolas, como alimentos, mas afirmou que certamente haverá aumento da oferta no mercado interno dos produtos afetados pela taxa punitiva, se não houver reversão da medida dos Estados Unidos. "Muitas das exportações são complementares, atendem o mercado interno e exportam o excedente", frisou.

Estadão
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