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Ex-BBB Pedro Espíndola é diagnosticado após nova crise: 'Um quadro difícil'

Médica explicou quadro em vídeo e detalhou sintomas do transtorno

4 abr 2026 - 11h48
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A psiquiatra Natacia Brasil afirmou que Pedro Henrique Espindola foi diagnosticado com TAB (Transtorno Afetivo Bipolar). Responsável pelo acompanhamento do ex-participante do BBB 26, a médica explicou o quadro em um vídeo divulgado nas redes sociais do vendedor ambulante nesta sexta-feira (3) e classificou a condição como "Um quadro de difícil controle", destacou.

Após apanhar em barbearia, ex
Após apanhar em barbearia, ex
Foto: BBB Pedro passará por médicos / Mais Novela

Segundo a especialista, o ex-BBB permanece internado após apresentar um novo surto. A profissional também relembrou que Pedro Henrique apertou o botão de desistência em 18 de janeiro, depois de tentar beijar Jordana Morais sem consentimento. Na ocasião, Tadeu Schmidt afirmou que o participante seria expulso do programa caso não tivesse deixado o confinamento antes.

Ao comentar o diagnóstico, Natacia explicou o motivo da manifestação pública. "Muita gente está perguntando qual é o diagnóstico dele. Eu passei aqui para conversar com vocês sobre o TAB, o Transtorno Afetivo Bipolar. Esse é o diagnóstico psiquiátrico do Pedro", iniciou.

Na sequência, a médica detalhou o estado atual do ex-participante. "Ele está internado no Hospital San Julian. É um quadro de difícil controle, uma condição psiquiátrica extremamente grave, que pode afetar qualquer pessoa, de qualquer classe social e nível intelectual."

A especialista também explicou que o transtorno pode ter diferentes fatores desencadeantes. "É importante entender que existe um fator genético e existe um fator ambiental que acaba sendo o fator de expressão clínica, isso pode ser por um estresse intenso, perda familiar", continuou.

De acordo com a psiquiatra, o TAB apresenta fases distintas que alternam entre agitação e depressão. "Nós vamos ter dois polos: o de agitação, de mania, hipomania, de euforia, hipersexualidade, a redução de necessidade de sono e uma grande energia; e temos o polo depressivo, aquele de tristeza profunda, de isolamento", detalhou.

Por fim, Natacia ressaltou a importância do tratamento e do acompanhamento multidisciplinar. "O tratamento geralmente é feito com antipsicóticos, antidepressivos e modulação do humor. É necessário ter uma boa terapia comportamental, um acompanhamento completo: corpo, mente e ambiente. É importante que a gente tenha empatia, saiba escutar e busque informações", acrescentou.

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