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'BBB 26': Defesa de Pedro contesta indiciamento e aponta falhas em inquérito

Equipe jurídica de Pedro Henrique classifica indiciamento como "atalho narrativo" e aponta negligência técnica enquanto o investigado segue internado

7 fev 2026 - 13h53
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A defesa de Pedro Henrique Espíndola se pronunciou oficialmente neste sábado (07/02) a respeito do indiciamento do ex-BBB pelo crime de importunação sexual. A decisão das autoridades ocorre após a Polícia Civil do Rio de Janeiro finalizar a investigação sobre o episódio registrado dentro do reality show e encaminhar o relatório final ao Ministério Público. Em nota enviada com exclusividade à coluna Fábia Oliveira, a equipe jurídica que representa o ex-participante criticou duramente a condução do caso, afirmando que o inquérito policial preferiu ignorar a lei, o método e os fatos. No texto, os advogados foram enfáticos ao declarar que "o inquérito policial foi utilizado, neste caso, como atalho narrativo. Investigar dá trabalho. Respeitar garantias exige técnica".

'BBB 26': Pedro arruma confusão dentro de clínica após ser chamado de 'assediador' / Reprodução: Globo
'BBB 26': Pedro arruma confusão dentro de clínica após ser chamado de 'assediador' / Reprodução: Globo
Foto: Contigo

Críticas à pressa e falta de depoimentos no processo

De acordo com o pronunciamento da defesa, a investigação teria sido pautada pela celeridade em detrimento do rigor processual. Os representantes de Pedro Henrique Espíndola argumentam que "optou-se, ao que tudo indica, pela pressa e pela aparência de resultado", elencando pontos fundamentais que teriam sido negligenciados pela polícia. Entre as principais críticas estão o fato de que "não houve oitiva da suposta vítima (confinada em programa de televisão); não houve oitiva do investigado, internado em clínica psiquiátrica; a cadeia de custódia da prova foi solenemente desprezada, como se ainda fosse um detalhe opcional do processo penal".

Questionamentos sobre a conduta da Polícia Civil do Rio

Os advogados destacaram ainda que não houve qualquer contato formal por parte da Polícia Civil do Rio de Janeiro com a equipe de defesa. Segundo o comunicado, a ação policial teria sido superficial e limitada a questões burocráticas sobre a localização do ex-BBB. "A diligência mais complexa do procedimento limitou-se a um ofício à clínica onde Pedro Henrique se encontra internado, perguntando apenas se ele estava ali e desde quando. Respondida a pergunta, encerrou-se a investigação. O restante parece ter sido preenchido pela conveniência do momento", pontuaram os representantes.

Para a defesa técnica, o procedimento administrativo parece ter sido moldado para atender ao clamor público em vez de seguir o devido processo legal. A nota afirma que "a Defesa Técnica de Pedro Henrique Espíndola vem a público esclarecer o que o inquérito policial preferiu ignorar: a lei, o método e os fatos. O Inquérito Policial — procedimento administrativo destinado a informar e lastrear o Ministério Público no oferecimento de - EVENTUAL - denúncia, não a condenar — foi utilizado, neste caso, como atalho narrativo". O texto reforça que a investigação não buscou a verdade real nem respeitou garantias técnicas básicas, concluindo que "a técnica foi substituída pela narrativa; a legalidade, pela urgência".

Expectativas sobre a atuação do Ministério Público

Por fim, os advogados manifestaram repúdio à postura da autoridade policial e afirmaram receber o indiciamento com espanto jurídico, embora sem surpresa institucional diante da repercussão do caso. A equipe jurídica ressaltou que agora confia nas instituições que sucederão o inquérito, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, que, segundo eles, saberão distinguir uma investigação séria de uma encenação. A nota encerra informando que "Pedro Henrique permanece internado, focado em seu tratamento. A Defesa apresentará manifestação técnica quando formalmente provocada", reafirmando que justiça deve ser feita com coragem e respeito à lei, e não com aplausos ou pressa.

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