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Walcyr Carrasco revela como lida com a pressão nas novelas: 'Aprendi a não me prender a essa ideia'

Em entrevista à Contigo! Novelas, Walcyr Carrasco revelou mais detalhes de sua trajetória como autor de novelas de sucesso, como Êta Mundo Melhor!

26 ago 2025 - 14h54
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Aos 73 anos, Walcyr Carrasco prova que a criatividade não tem idade. Autor de Êta Mundo Melhor!, trama das 6 da Globo, ele já planeja uma nova novela para o horário nobre, trabalha em um dorama e garante que a intuição é sua melhor aliada em entrevista à Contigo! Novelas.

Reprodução/Globo/Victor Pollak
Reprodução/Globo/Victor Pollak
Foto: Contigo

Você costuma dizer que escreve várias novelas ao mesmo tempo. Como é esse processo?

"Eu brinco que a gente sempre tem três novelas na cabeça. Enquanto estou escrevendo uma, já fico pensando no que poderia ter sido melhor e no que quero fazer diferente na próxima. É um fluxo constante de ideias".

De onde vêm essas ideias? Você pesquisa muito ou é mais intuição?

"É muito intuitivo. As histórias surgem naturalmente para mim. Claro que conto com pesquisa e informações quando preciso, mas a base é sempre essa intuição que vai guiando os caminhos da trama".

E como concilia tantos projetos? Você já escreveu para diferentes horários ao mesmo tempo...

"É um grande desafio, mas eu encaro cada projeto como algo vivo. Tenho, por exemplo, um dorama para a tarde, outra novela que já comecei a desenvolver e a das 9 que está em fase inicial. Cada uma exige um ritmo e um tipo de dedicação".

Como foi voltar ao universo de Êta Mundo Bom! e criar a história de Êta Mundo Melhor!?

"Essa é a primeira vez que faço uma sequência. É diferente porque você lida com personagens conhecidos. Mas eu não gosto de pensar em "preocupações", prefiro me guiar pelo prazer de reencontrar essas figuras que amo".

Ao pensar em projetos anteriores, existe algum personagem de quem sente falta ou gostaria de escrever novamente?

"Ah, muitos! É como se todos eles continuassem vivos dentro de mim. Às vezes, me pego pensando: "Será que tal personagem estaria casado hoje? Com filhos?". É um exercício delicioso, como se eu pudesse continuar as histórias indefinidamente".

Como um dos grandes dramaturgos brasileiros, você se sente pressionado para que cada novela seja um sucesso?

"Não. Eu aprendi a não me prender a essa ideia de pressão. Prefiro me concentrar em sentir a história, em deixar que ela flua. Quando faço isso, sei que o resultado será bom".

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